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[Terça-feira, Junho 23, 2009]
Deus Cornífero
O Sagrado Masculino também existe sob muitos nomes, entre eles Pan, Osíris, Dioniso, Herne, Cernunnos. Trata-se da representação masculina da divindade. Os deuses têm muitas formas e nomes, mas um dos aspectos predominantes em cultos antigos era o do Deus Chifrudo.
Calma, não é “o diabo”. Nas civilizações antigas dos homens e na Natureza, os chifres são uma representação do poder, masculinidade. Chifres sempre foram sinal de algo Divino. Na Babilônia, por exemplo, o grau de importãncia dos deuses era identificado pelo número de chifres atribuídos a ele. Além disso, os chifres foram incorporados pelos homens ainda na Idade da Pedra, quando eles perceberam que se vestir como o animal facilitaria a sua aproximação durante a caça.
Temos inicialmente, então, um Deus da Caça. Mais tarde, vieram novas atribuições, como a de deuses protetores das florestas, deuses dos animais, deuses da chuva, deuses do vinho, deuses da colheita, entre muitos outros.
O Deus Cornífero foi transformado no Diabo pelos cristãos com o simples e único objetivo de acabar com o culto das bruxas na Europa Ocidental. Não havia outra razão. Muitos antes de o Cristianismo emigrar dos desertos de Jerusalém, o Deus de Chifres era tido como o símbolo da vida, da sexualidade, do êxtase e da liberdade.
No entanto, muitas deidades pagãs foram absorvidas e adaptadas pelo Cristianismo. A própria história de Jesus é baseada em muitos mitos pagãos, de Osíris a Dioniso. Levando em consideração que tais deuses já existiam muito antes do período cristão, podemos ver que não se trata de coincidência. Eram as crenças mesmo da época.
Quando os humanos caçadores começaram a desenvolver uma sociedade agrícola, mantiveram consigo as antigas deidades do mundo selvagem. O deus com chifres de gamo da floresta foi transformado no deus com chifres de bode dos pastos. Isso em grande parte pela necessidade de domesticarem animais numa sociedade agrícola. O deus das florestas tornou-se então o deus das colheitas.
É a face do sagrado masculino que exerce domínio sobre as florestas. Ele representa tudo o que é livre; é o Caçador que representa a renovação, vitalidade, força e fertilidade. É o Deus da Caça, tão clamado pelos homens desde o período Paleolítico.
Seus nomes variam de época e cultura, sendo que alguns exemplos são Cernunnos, Pã e Dioniso.
Aspectos da vida relacionados ao Deus Cornífero:
- Atrair coragem, garra e vigor;
- Trazer fertilidade e gravidez;
- Livrar-se do estresse;
- Atrair o vigor sexual;
- Aumentar a perceopção e os instintos;
- Resolver problemas difíceis;
- Estabilizar situações;
- Atrair prosperidade e riqueza;
- Buscar a razão;
- Invocar os poderes da fartura e da prosperidade.
Por
às [3:12 PM]
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[Sábado, Junho 13, 2009]
YULE-Primeiro dia do inverno (Solstício do Inverno).
Em 2009, no Hemisfério Sul, ocorre no dia 21/Jun às 02h45min (Horário de Brasília).
Também conhecido como Natal, Ritual de Inverno, Meio do Inverno, Yule e Alban Arthan, o Sabbat do Solstício do Inverno é a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a crescer, e as horas de escuridão a diminuir. é o festival do renascimento do sol e o tempo de glorificar o Deus. (O aspecto do Deus invocado nesse Sabbat por certas tradições wiccanas é Frey, o deus escandinavo da fertilidade, deidade associada à paz e à prosperidade.) São também celebrados o amor, a união da família e as realizações do ano que passou.
Nesse Sabbat os Bruxos dão adeus à Grande Mãe e bendizem o Deus renascido que governa a "metade escura do ano". Nos tempos antigos, o Solstício do Inverno correspondia à Saturnália romana (17 a 24 de dezembro), a ritos de fertilidade pagãos e a vários ritos de adoração ao sol.
Os costumes modernos que estão associados ao dia cristão do Natal, como a decoração da árvore, o ato de pendurar o visco e o azevinho, queimar a acha de Natal, são belos costumes pagãos que datam da era pré-cristã. (O Natal, que acontece alguns dias após o Solstício de Inverno e que celebra o nascimento espiritual de Jesus Cristo, é realmente a versão cristianizada da antiga festa pagã da época do Natal.)
A queima da acha de Natal originou-se do antigo costume da fogueira de Natal que era acesa para dar vida e poder ao sol, que, pensava-se, renascia no Solstício do Inverno. Tempos mais tarde, o costume da fogueira ao ar livre foi substituído pela queima dentro de casa de uma acha e por longas velas vermelhas gravadas com esculturas de motivos solares e outros símbolos mágicos. Como o carvalho era considerado a árvore Cósmica da Vida pelos antigos druidas, a acha de Natal é tradicionalmente de carvalho. Algumas tradições wiccanas usam a acha de pinheiro para simbolizar os deuses agonizantes Attis, Dionísio ou Woden. Antigamente as cinzas da acha de Natal eram misturadas à ração das vacas, para auxiliar numa reprodução simbólica, e eram espargidas sobre os campos para assegurar uma nova vida e uma Primavera fértil.
Pendurar visco sobre a porta é uma das tradições favoritas do Natal, repleta de simbolismo pagão, e outro exemplo de como o Cristianismo moderno adaptou vários dos costumes antigos da Religião Antiga dos pagãos. O visco era considerado extremamente mágico pelos druidas, que o chamavam de "árvore Dourada". Eles acreditavam que ela possuía grandes poderes curadores e concedia aos mortais o acesso ao Submundo. Houve um tempo em que se pensava que a planta viva, que é na verdade um arbusto parasita com folhas coriáceas sempre verdes e frutos brancos revestidos de cera, era a genitália do grande deus Zeus, cuja árvore sagrada é o carvalho. O significado fálico do visco originou-se da idéia de que seus frutos brancos eram gotas do sêmen divino do Deus em contraste com os frutos vermelhos do azevinho, iguais ao sangue menstrual sagrado da Deusa. A essência doadora de vida que o visco sugere fornece uma substância divina simbólica e um sentido de imortalidade para aqueles que o seguram na época do Natal. Nos tempos antigos, as orgias de êxtase sexual acompanhavam freqüentemente os ritos do deus-carvalho; hoje, contudo, o costume de beijar sob o visco é tudo o que restou desse rito.
A tradição relativamente moderna de decorar árvores de Natal é costume que se desenvolveu dos bosques de pinheiro associados à Grande Deusa Mãe. As luzes e os enfeites pendurados na árvore como decoração são, na verdade, símbolos do sol, da lua e das estrelas, como aparecem na árvore Cósmica da Vida. Representam também as almas que já partiram e que são lembradas no final do ano. Os presentes sagrados (que evoluíram para os atuais presentes de Natal) eram também pendurados na árvore como oferendas a várias deidades, como Attis e Dionísio.
Outro exemplo das raízes pagãs das festas de Natal está na moderna personificação do espírito do Natal, conhecido como Santa Claus (o Papai Noel) que foi, em determinada época, o deus pagão do Natal. Para os escandinavos, ele já foi conhecido como o "Cristo na Roda", um antigo título nórdico para o Deus Sol, que renascia na época do Solstício de Inverno.
Colocar bolos nos galhos das macieiras mais velhas do pomar e derramar sidra como uma libação consistiam num antigo costume pagão da época do Natal praticado na Inglaterra e conhecido como "beber à saúde das árvores do pomar". Diz-se que a cidra era um substituto do sangue humano ou animal oferecido nos tempos primitivos como parte de um rito de fertilidade do Solstício do Inverno. Após oferecer um brinde à mais saudável das macieiras e agradecer a ela por produzir frutos, os fazendeiros ordenavam às árvores que continuassem a produzir abundantemente.
Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat do Solstício do Inverno são o peru assado, nozes, bolos de fruta, bolos redondos de alcaravia, gemada e vinho quente com especiarias.
Incensos: louro, cedro, pinho e alecrim.
Cores das velas: dourada, verde, vermelha, branca.
Pedras preciosas sagradas: olho-de-gato e rubi.
Ervas ritualísticas tradicionais: louro, fruto do loureiro, cardo santo, cedro, camomila, sempre-viva, olíbano, azevinho, junípero, visco, musgo, carvalho, pinhas, alecrim e sálvia.
Ritual do Sabbat Yule
Comece erguendo um altar voltado para o norte. Em torno dele, trace um círculo com cerca de 3m de diâmetro, usando giz ou tinta branca. Decore o altar com azevinho, visco ou qualquer outra erva sagrada para este Sabbat.
Coloque uma vela de altar branca no centro do altar. à sua esquerda coloque um cálice com vinho tinto ou sidra e um incensório. Qualquer uma das seguintes fragrâncias de incenso é apropriada para esse ritual: louro, cedro, pinho ou alecrim. à direita da vela coloque um punhal consagrado e um prato com sal. Por trás do altar, um galho de carvalho de Natal com 13 velas vermelhas e verdes enfeitando-o.
Pegue o punhal com a mão direita e tire um pouco de sal com a ponta da lâmina. Deixe-o cair no círculo. Repita três vezes e diga: ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO SAGRADO DO SABBAT EM NOME DO GRANDE DEUS. O SENHOR DIVINO DAS TREVAS E DA LUZ, O DEUS DA MORTE E DE TODAS AS COISAS DO ALéM, ABENçOADO SEJA ESTE CíRCULO SABRADO DO SABBAT EM SEU NOME.
Coloque o punhal de volta em seu lugar no altar. Após acender o incenso e a vela, mais uma vez pegue o punhal com a mão direta. Mergulhe a lâmina no cálice e diga: OH GRANDE DEUSA, MãE TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS, NóS NOS DESPEDIMOS, POIS VAMOS DESCANSAR. ABENçOADO SEJA! E NóS TE DAMOS AS BOAS-VINDAS, OH GRANDES DEUS DA CAçA, PAI TERRA DE TODAS AS COISAS VIVAS. ABENçOADO SEJA! áGUA, AR, FOGO, TERRA, NóS CELEBRAMOS O RENASCIMENTO DO SOL. NESTA NOITE ESCURA, A MAIS LONGA, ACENDEMOS O LUME DAS VELAS SAGRADAS.
Coloque o punhal de volta no altar. Pegue o cálice com ambas as mãos e, enquanto o leva aos lábios, diga: BEBO ESTE VINHO EM HONRA A TI, OH DEUS DE TODAS AS COISAS SELVAGENS E LIVRES. AGRADECEMOS A TI PELA LUZ DO SOL. SALVE, OH GRANDE CORNíFERO!
Beba o vinho e coloque o cálice no seu lugar no altar. Acenda as 13 velas no ramo da árvore de Natal e encerre o Ritual do Solstício de Inverno, dizendo: O FOGO DO RAMO SAGRADO DO NATAL ARDE, A GRANDE RODA SOLAR GIRA MAIS UMA VEZ. QUE ASSIM SEJA!
Celebre, com alegria, num banquete com a família e os amigos até que a última vela da árvore se apague.
Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich
Por
às [8:44 AM]
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[Quinta-feira, Maio 21, 2009]
Por onde andam os blogs "mágicos"?Todos em "HIATUS"!!!O que está acontecendo!
Espero com a Deusa que voltem TODOS logo!
Bençãos
)O(
Por
às [6:05 PM]
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[Quinta-feira, Maio 14, 2009]
CORNUCÓPIA
A cornucópia, ou chifre tradicional da abundância, é um símbolo da generosidade, boa colheita e tem implicações mágicas bem-definidas. O próprio chifre é um símbolo fálico, representante do sagrado masculino. O interior do chifre simboliza o útero, especialmente quando está cheio de generosidade da terra fértil, representando o sagrado feminino. A cornucópia é também chamada de corno da fartura, usada originalmente pelos gregos como decoração.
O equinócio de outono acabou se tornando o “Dia de Ação de Graças”, com basicamente as mesmas funções. Assim, é muito apropriado usarmos a cornucópia como símbolo em nossos altares e lares.
Como fazer uma cornucópia?
Você pode fazer ou comprar uma cornucópia. Encha o chifre com frutas, grãos e moedas, de forma que eles sejam derramados sobre o altar. Some outros artigos mágicos, como folhas de carvalho ou bolotas, avelãs ou cartas de tarô, todos relacionados ao período deste equinócio.
Ou você pode fazer uma cornucópia de papel, que é mais fácil. Enrole um papel razoavelmente rígido na forma de um cone, fixando as extremidades com fita adesiva. Apoie-a de lado e enche-a com frutas, doces e pequenos adereços. Decore-a com fitas, rendas, papel metálico e coloque-a como centro de mesa.
Pequenas cornetas ou cones podem ser feitos do mesmo modo e usados como lembranças do sabá ou decoração de árvores.
Por
às [5:59 PM]
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[Quarta-feira, Janeiro 28, 2009]
CHAKRAS - Os centros enérgicos da saúde plena: física, mental, emocional e espiritual.
A palavra chacra, do sânscrito, significa roda e evoca o caráter dinâmico desses centros magnéticos, que, segundo o hinduísmo, captam, armazenam e distribuem a energia. Relacionados a órgãos e glândulas, eles têm importância decisiva para a nossa vida mental e espiritual, influenciam nossas emoções e são influenciados por elas.Atuam,então,diretamente sobre a nossa disposição e alegria de viver. Os sete principais estão localizados entre a base da coluna e o topo da cabeça, em áreas de confluência de mais de 70 mil nadis - rios de energia (comparáveis aos meridianos da medicina chinesa). Quando seu fluxo é bloqueado, surgem as doenças. "Aí, não apenas a saúde física fica comprometida como também todo o nosso desenvolvimento, pois na tradição indiana, berço desse conhecimento, matéria e espírito são inseparáveis",explica Márua Roseni Pacce,fundadora do Núcleo de Yoga Ganesha,em São Paulo.E o que pode bloquear os chacras? "A má qualidade do ar ou da alimentação,o sedentarismo e os tumultos internos são verdadeiros ladrões de energia",ensina Mercedes Requena,terapeuta e professora do Ganesha. Os mestres hindus receitam ioga e meditação contra o desequilíbrio, mas é possível ativar os chacras com atividades físicas, atitudes adequadas no dia-adia e terapias específicas, que envolvem mantras (cânticos devocionais) ou mentalização de cores. Especialista em medicina ayurvédica e cultura indiana, César Deveza diz que esses pontos são como maestros da sofisticada orquestra que rege a nossa energia. O assunto é complexo e ele alerta sobre o risco das simplificações. Não faz sentido, por exemplo, achar que problemas cardíacos podem ser resolvidos apenas com meditações que ativam o chacra dessa região. Para nos abastecer, os chacras captam a força vital (prana) e espiritual (kundalini). Na verdade, trata-se da mesma energia, que se manifesta de modos diferentes e é obtida por meio do ar, luz solar, água, alimentação e pelo desenvolvimento da consciência. Os pranayamas, exercícios respiratórios da ioga, purificam nossos canais, favorecem a absorção dos nutrientes e o despertar da kundalini. Segundo a tradição tântrica, essa força mora dentro de nós, mas em estado latente." 
Por
às [10:50 PM]
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[Terça-feira, Janeiro 13, 2009]
QUE A DEUSA ESTEJA SEMPRE ILUMINANDO NOSSAS VIDAS
NOS MOMENTOS DE ALEGRIA OU DOR
SEJA COMO FOR
QUE ELA ABRA OS CAMINHOS SEMPRE
AUXILIANDO A MELHOR ESCOLHA
A MELHOR VEREDA
A SER SEGUIDA.
Por
às [12:05 PM]
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[Quarta-feira, Dezembro 17, 2008]
Histórias, Lendas e Contos de Natal:
Natal é a época do ano em que as pessoas ficam mais cheias de vida, amor, alegria, criando um clima festivo, de paz e fraternidade.
O Natal é a data mais importante do calendário cristão, quando é celebrado o nascimento do Menino Jesus. Mas quando falamos sobre Natal, podemos abrir um leque de histórias, contos e tradições, que até hoje são transmitidas de geração a geração.
Para que sua festa fique ainda mais bonita e alegre, vamos contar um pouco sobre as histórias que existem por trás de alguns símbolos e enfeites natalinos, e vamos expor o que eles representam para esta época de harmonia e paz entre amigos e familiares.
Papai Noel ou São Nicolau
Diz a lenda que São Nicolau era um homem muito rico e muito generoso. Conta-se que ele distribuía dinheiro aos pobres e presenteava as crianças que não tinham com o que se alegrar. Faleceu no dia 6 de dezembro, tornando este dia o Dia de São Nicolau. Esta data é muito lembrada e comemorada em alguns países do oriente, onde os pais ainda presenteiam seus filhos fazendo uma referência a São Nicolau. Por causa da proximidade de sua festa com a data do nascimento de Cristo, acabou-se transferindo lentamente a tradição de presentear as crianças para o dia 25 de dezembro. Os pais costumavam dizer que era São Nicolau quem trazia os presentes do céu. São Nicolau foi se tornando um símbolo natalino e o 1º Papai Noel reconhecido pelo mundo.
SINOS
Acredita-se que o som das badaladas dos sinos espantem todas as coisas ruins e atraiam boa sorte e alegria.
GUIRLANDA
Representa a presença do Menino Jesus na casa. Normalmente é colocada na porta de entrada dos lares, deixando visível que aquela casa esta protegida.
Árvore de Natal
Muitas histórias são contadas sobre a origem da árvore de Natal, mas tudo indica que sua origem é tipicamente alemã. Hoje, ela é um dos símbolos mais expressivos do Natal e as crianças aguardam ansiosas para ajudar os pais a enfeitá-la com flocos de algodão, fitas, luzes e bolas coloridas. Segundo a lenda, a árvore é a representação de Jesus, que é o tronco, e nós somos os ramos. As bolas e as luzes coloridas representam os frutos por ela produzidos, indicando a nossa caridade e generosidade.



às [1:12 AM]
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[Terça-feira, Dezembro 16, 2008]


às [9:03 PM]
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[Quarta-feira, Novembro 26, 2008]
Para a Wicca não há a tradicional data e comemoração Cristã natalina.
Mas não por isso deixaria de colocar aqui algo sobre o "Natal Cristão".Afinal de contas,vivo num país predominantemente cristão e onde o "Cristo" é a preseça viva do Deus.
Jesus tem uma história muito semelhante a lenda do Deus Wiccano.Pois ele também é sacrificado e renasce para trazer a Vida a todos!
Existem muitas semelhanças inesplicáveis nas histórias pagãs e cristãs.Uma delas é a própria imagem da Deusa e da Virgem Maria.Alguns pagãos acreditam que a Deusa achou uma forma de se 'disfarçar" no Cristianismo na forma da Virgem em época de caça às bruxas.
Vamos então comemorar juntos o nascimento do "Deus" vivo em Cristo!
Blessed be all!
Por
às [8:36 PM]
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[Domingo, Novembro 23, 2008]
Layout de Natal!
Por
às [7:00 PM]