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Quarta-feira, Julho 28, 2004

Postado por Marcia Arantes, em 5:11 PM

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Segunda-feira, Julho 26, 2004


DIA 31/07 TEREMOS LUA AZUL!
Todos sabem que a Lua, a medida que se desloca relação ao sol, apresenta quatro fases distintas durante o mês: cheia, minguante, nova e crescente. Mas pode um único mês ter duas luas cheias? Quem respondeu que não errou. Não apenas pode como isso não é tão incomum. Acontece a cada três anos. Foi o caso de janeiro, que teve a primeira lua cheia primeiro e a segunda no dia 31. Março também terá duas luas cheias. Trata-se de um fenômeno raro para o qual os astrônomos têm chamado a atenção (tal coincidência ocorre apenas quatro anos em cada século, o próximo só no distante 2018).

"Isso é possível porque um mês terrestre tem em média 30,5 dias enquanto o mês lunar tem 29,5 dias" diz Roger Sinnott, editor da revista americana de astronomia Sky & Telescope. Ou seja, o tempo que o satélite gasta para girar em torno do planeta é um pouco menor do que o do movimento de rotação da terra. Faça as contas: se o primeiro ou o segundo dia de um determinado mês tiver a lua cheia, outra se seguirá no dia 31. Quando esse mês é janeiro, acontece o fenômeno em dois meses do mesmo ano, pois fevereiro tem apenas 28 dias e as duas luas cheias se repetem em março. A faze da lua cheia dura uma semana, mas sua plenitude, o momento em que a vemos como um círculo perfeito, apenas um dia.

Quando ocorre o fenômeno das duas luas cheias no mesmo mês, a segunda é chamada de lua azul (mesmo que continue esbranquiçada como sempre foi). Por que, ninguém sabe. O folclorista canadense Philip Scock, após ter pesquisado o assunto, afirma que a expressão é usada desde o século XVI (16) para representar algo muito raro.


O que é Lua Azul?


Segundo diz o Dicionário de Astronomia e Astronáutica de Ronaldo R. F. Mourão, Lua azul é: "Coloração levemente azulada do disco aparente da Lua, provocada por partículas de cinza, poeira vulcânica, etc., na alta atmosfera terrestre... É um fenômeno raro, e deu origem, nos tempos medievais, quando a Lua Cheia era a principal fonte de iluminação da noite, à expressão: uma vez na Lua Azul...". Também ele define como "a ocorrência de duas Luas cheias no mesmo mês". Muitos astrônomos desconhecem a origem do termo "Azul", e acreditam que faz parte do folclore, não tendo nenhuma relação com cor azulada da Lua, apenas com a ocorrência de duas Luas Cheias no mesmo mês.

No folclore norte-americano toda Lua Cheia tem seu próprio nome. Mas porque não há um número exato de ciclos lunares todos os anos, 29.53 dias (duração de um mês sinódico lunar) x 12 não são iguais a 365 dias, acontecerá de três anos um mês que terá DUAS Luas Cheias. A segunda do mês é chamado Lua Azul. Também pode haver mais de duas Lua Azul num mesmo ano como em 1999 e em 2018. Esses meses sempre serão o mês de janeiro e março, pois para ocorrer duas Lua Azul num mesmo ano temos que ter um mês com menos de 29 dias e que não tenha nenhuma Lua Cheia, este mês é fevereiro. Logo, o mês anterior terá duas e o seguinte duas (janeiro e março).



Qual é o processo atmosférico que causa uma Lua Azul?



Como mencionado anteriormente, o folclore do povo norte-americano tem dado nomes para cada um das Luas Cheias vistas durante o ano. Uma Lua Azul é o nome da segunda Lua Cheia que acontece em um mesmo mês. Assim como 'azul' não significa a cor da Lua, e não é relacionado a qualquer fenômeno atmosféricoNão sabemos por que nossos antepassados decidiram chamar isto uma Lua Azul.

Há um livro em alemão, chamado " Die Welt des Mondes" que R. Oldenbourg publicou em 1957 que inclui um artigo aparentemente escrito por Patrick Moore em 'Guia para a Lua' imprimido em 1953 por Eyre e Spottiswoode. Steffens comenta que no seu instituto há testemunha (Um Professor "Isserstedt") que de fato viu a Lua Azul no ano 1954. Ela estava AZUL, não azulada ou pouco azul, mas AZUL. O artigo de Patrick Moore descreveu várias observações de Luas Azuis em 1944 na América, em 1949 em Queensland, e na Inglaterra em 26 de setembro de 1950. De acordo com Moore, que testemunhou o evento em 1950 diz:
"A lua estava em um céu ligeiramente nublado e teve um tipo de cor azul adorável, comparável ao brilho de uma descarga elétrica. Eu nunca tinha visto algo semelhante antes"
Aparentemente este fenômeno foi informado ao mundo inteiro por muitas pessoas. Isto faz acreditar que pó na atmosfera em altitudes muito altas causa o evento, e o evento em 1950 visto na Inglaterra pode ter sido produzido por um grande e anormal estação de fogos em florestas do Canadá e ao redor do mesmo. A causa atual pode ter relação com absorção seletiva da luz da Lua por partículas de fuligem de certo tamanho.



Lua Azul na Wicca


A Lua Azul é o nome que recebe a Segunda Lua Cheia de um Mês, que é um momento especial de celebração, pois é um Lua de energia reforçada. È um tempo em que se pode buscar aconselhamento para caminhos espirituais, pedindo à Deusa que reforce os laços de conexão com você.

Tradicionalmente, a Lua Azul é uma Lua do Amor, onde poderemos trabalhar todas as questões relativas a esse sentimento que move os mundos: o amor próprio, o amor pelo outro, o amor universal. Nesta Lua Azul, as conjunções Plutão/Sol e Saturno/Lua recomendam cautela com os relacionamentos e anunciam que é tempo de reestruturações.

Toda Lua Azul também é um tempo em que fica facilitada a conexão com o mundo das Fadas, com o Povo Pequeno. Nesta Lua celebre uma Deusa celta do amor: Aisling, Deusa Fada que propicia a seus cultuadores sorte no amor e a realização dos mais acalentados sonhos. Faça um altar com muitas flores, use música suave de flautas, velas multicoloridas e incenso de jasmim e ylang-ylang. Coloque em uma garrafa azul ou embrulhada em celofane azul, água mineral e a exponha aos raios da lua cheia para imantá-la com a energia desta Lua Azul. Use essa água em suas poções e banhos de amor durante o ano, banhe com ela seu espelho mágico para aumentar sua auto-estima.

Faça no chão, em seu jardim, ou ao lado de seu altar, um círculo para as fadas virem dançar nessa noite. Trace o círculo com balas e pedacinhos de bolo, coloque no centro uma maçã e uma taça com água de fonte, ou água mineral. Convide o Povo Pequeno para esse círculo, pedindo à Deusa Aine, Senhora das Fadas, que ali compareçam as mais adequadas a seus objetivos.

Sente-se de frente para o Círculo e coloque seu caldeirão no chão. Feche os olhos, respire profundamente 3 vezes e comece a ver uma Clareira na floresta, cheia de flores, com um perfume delicioso. Veja o povo pequeno dançando em seu círculo e perceba a chegada de Aisling, que dança graciosamente até que chega perto de você. Ela tem um rosto feliz, saúda você e ouve suas três perguntas:

- Como eu posso me amar mais?
- Qual a pessoa que pode partilhar comigo seu amor?
- Que eu preciso fazer para que ela chegue até minha vida?

Escute atentamente as respostas da Deusa e siga fielmente suas instruções. Volte pelos caminhos que tiver percorrido, tome consciência de seu corpo e siga fielmente as instruções de Aisling.

Acenda em seu caldeirão uma vela azul para se amar como você é, uma vela rosa, para encontrar ou manter um/a companheiro/a ideal e uma vela roxa pelo amor universal.

Postado por Marcia Arantes, em 6:33 PM

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Quinta-feira, Julho 22, 2004

Postado por Marcia Arantes, em 1:23 AM

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Domingo, Julho 18, 2004


Xamanismo

O xamanismo é uma filosofia de vida muito antiga, que visa o reencontro do homem com os ensinamentos e fluxo da natureza e com seu próprio mundo interior.

Sua origem é um conjunto de ensinamentos milenares que, através da tradição de tribos indígenas do mundo todo, foram sendo passadas até os dias de hoje.

Esses ensinamentos são baseados na observação da natureza e seus sinais: sol, lua, Terra, Água, Fogo, Ar, Animais, Plantas, Vento, Ciclos, etc...

Pode-se considerar o xamanismo como a verdadeira arte de viver.

Ao observarem o ciclo da natureza e suas manifestações, os antigos xamãs puderam perceber sua conexão com o todo . Desta forma, e se abriram para o aprendizado daquilo quem realmente somos e tornaram-se capazes de elevar a consciência e se relacionar com outras realidades e dimensões, assim como manter plena e perfeita harmonia com a natureza, possibilitando a total integração de seus corpos físico, mental, emocional e espiritual.

A prática do xamanismo utiliza-se do trabalho com: ervas, direções sagradas, rituais, jornadas xamanicas, contato com natureza e seres espirituais, ritmos, danças e movimentos corporais, elementos básicos da natureza (água, terra, ar, fogo, cristais, pedras, argila, etc...), cirurgias espirituais e técnicas de cura e purificação dos corpos físico, emocional, mental e espiritual, entre outras coisas.

Atualmente, esta havendo um resgate dos conhecimentos do xamanismo a fim de aplicá-los no dia a dia, buscando elevar a consciência e alcançar novamente o equilibrio.

O xamanismo tem como objetivos básicos: reconectar o ser com sua sabedoria interior, conexão com a multidimensionalidade do ser humano, ancoragem do poder pessoal, conexão com seres espirituais, limpeza dos corpos físico e sutis, limpeza e harmonização de ambientes, harmonização plena do ser, conscientização do aspecto espiritual de cada um e de sua inter relação com a natureza e com o planeta a que pertence, ativação das habilidades de coragem, força e sabedoria para lidar com questões generalizadas , curas e prevenção de distúrbios e doenças.

O conceito básico da cura xamanica é que " Ninguém cura o outro. A cura está dentro de cada um".

Os profissionais do ADONAI ¿ Espaço Terapêutico de Práticas Holísticas e Conciência Ascencional tem formação em Xamanismo Norte Americano, relaizado com índios das tribos Cherokees, Lakotas, Dakotas, Sioux e Apaches.

¿Percebendo que os corpos visíveis são somente símbolos de forças invisíveis os anciãos trabalham o poder divino através da manifestação dos reinos da natureza... A era de ouro reconhece as coisas vivas de um ponto de vista que Deus pode ser perfeitamente compreendido através da suprema manifestação de sua força de trabalho : a Natureza. Cada criatura existente manifesta um aspecto da inteligência e poder do Grande e Eterno criador..."

Quem pratica a Magia certamente já se deparou com o xamanismo e com a cultura celta. Mas provavelmente nunca os colocou juntos numa mesma frase, porque aparentemente uma coisa não tem nada a ver com a outra. O escritor e pesquisador John Matthews (uma das maiores autoridades em Mitologia Celta) também pensava assim - até que suas pesquisas o levaram a desenterrar a ponte entre essas duas tradições.

"O xamanismo celta se perdeu por volta do século 6 d.C., provavelmente pelo advento do cristianismo, numa época em que tudo que era relacionado ao paganismo estava desaparecendo ou tendo que se esconder". Matthews sustenta, no entanto, que muitos dos primeiros exploradores cristãos eram xamãs, apesar de não se chamarem assim. O xamanismo celta entrou então na clandestinidade, ressurgindo séculos mais tarde em práticas espirituais como o witchcraft (wicca), ou bruxaria.


"O xamanismo é a prática espiritual mais antiga. Numa certa época, era praticado no mundo inteiro", afirma Matthews. "E quase todas as religiões têm elementos xamãnicos, ainda que estes não apareçam com freqüência". O principal destes elementos que definem o xamanismo é a crença de que tudo é sagrado e divino. "O xamã se torna um com a natureza, com o planeta, e se comunica com os espíritos dos animais e de todas as coisas que crescem". E isto, diz Matthews, é a linha mestra de todo o xamanismo - seja ele norte americano, siberiano, brasileiro, celta. É o que ele chama de "core shamanism", as principais práticas que estão presentes no xamanismo de qualquer cultura.

E o centro do trabalho do xamã é a jornada. Os toques de tambor transportam o "viajante" a um transe onde ele encontra os animais de poder, guias e espíritos que o levarão ao que é preciso ver, descobrir ou curar. É uma jornada para dentro, mas não exclusivamente interior. Matthews explica que acessamos um mundo espiritual que está fora de nós, ainda que o vejamos sob o filtro da nossa própria história. "Com a jornada xamãnica, convidamos este mundo, que está fora de nós, para que entre". O que encontraremos nessa viagem depende da cultura de cada um, do contexto e da necessidade psicológica e espiritual.

Postado por Marcia Arantes, em 2:37 PM

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Segunda-feira, Julho 12, 2004


Meditação é a arte de deixarmos nossa mente quieta e descansada.

Quando fisicamente nos sentimos cansados e exaustos, só temos uma coisa em mente: dormir, relaxar, descansar. Essa é a única maneira que encontramos para nos recuperarmos do cansaço, caso contrário, o estado contínuo de fatiga pode nos levar a profundas dores musculares, cãibras e até mesmo à doença. Por outro lado, nossa mente nunca descansa. Ela se encontra ativa dia e noite. Mesmo durante o sono, ela está funcionando, mandando estímulos para que nosso corpo continue ativo, vivo, ainda que se recuperando da luta diária.

O exercício da Meditação permite que você consiga desacelerar um pouquinho a sua mente. Com a prática, você será capaz de 'parar'o fluxo contínuo de pensamentos por alguns minutos, permitindo que a sua mente descanse, se recupere e se organize. Enquanto isso, as suas funções físicas continuarão trabalhando, harmonicamente, sem a interferência positiva ou negativa da corrente de pensamentos que é capaz de provocar alterações energéticas, físicas, químicas e orgânicas em nosso organismo.

Meditar é se permitir não ter preocupações por alguns segundos ou minutos. É se encontrar despido de todos os pensamentos que o induzem a realização de suas ações diárias.


Fácil? Difícil? Por que você não tenta? Sim, aí mesmo sentado na frente do computador. Respire fundo, relaxe, feche seus olhos e tente não pensar em nada por um minuto.

Você conseguiu? Não? Tudo bem.


A prática da meditação exige treinamento. Temos que aprender primeiro a desacelerar o fluxo de pensamentos antes de tentar pará-los por completo. Só o ato de reduzir a velocidade de nossos pensamentos e idéias já nos permite sentir um pouco mais de harmonia e paz. É como se o mundo a nossa volta também desacelerasse.


Como posso começar a aprender a meditar?

Experimente fazer o mesmo exercício sugerido acima, só que dessa vez colocando alguma música calma no fundo. Você vai notar que ainda não foi capaz de parar a onda de pensamentos, mas conseguiu reduzí-los um pouco. Dessa vez, sua mente se concentrou na freqüência vibratória da música que você estava escutando, permitindo que você exercece maior controle sobre seus pensamentos, permitindo que você relaxasse mais.

Com isso, o grande segredo do iniciante de meditação é focalizar a atenção de sua mente em alguma outra coisa, conduzindo, desta maneira, todo fluxo de pensamento para um específico ponto. A música por sí só serve como um estímulo único e focalizado para a mente, cuja frequência vibratória irá se harmonizar independentemente da nossa vontade.

Quando nossa mente se silencia, conseguimos perceber outras vibrações inerentes ao nosso ser. Conseguimos entrar em contato com a nossa criança/divindade/mago interior. E, redescobrindo nosso interior, entramos em contato com os desejos mais íntimos de nossa alma. E, assim, aprendemos a redirecionar nosso caminho em direção de nossa evolução como seres humanos.

Sem a interferência de nossos pensamentos, podemos perceber com mais clareza o propósito de nossas vidas, sem mencionar que o estado de relaxamento que adquirimos com a prática da meditação permite que o nosso corpo funcione de uma maneira mais equilibrada e, com isso, mais saudável.


Como posso meditar?

Você poderá começar a praticar meditação no começo do seu dia. Sim, para começar o seu dia de uma maneira mais equilibrada, dando tempo à sua mente para sair do estado de sono para o começo da luta diária.

Sente-se num lugar confortável, diretamente no chão ou em uma cadeira com apoio para as costas. Para os que preferem o chão, sente-se na posição oriental, de lótus ou de Yoga, com as pernas cruzadas e a coluna reta. Na cadeira, mantenha também as costas retas e as pernas e pés separados, encostando no chão. Fique à vontade para colocar uma música ambiente ou ficar em silêncio. RELAXE!

Focalize sua atenção no seu corpo. Feche os olhos. Comece sentindo seus pés, forçando e relaxando a musculatura dos pés. Sinta o sangue, a energia sendo liberada para o seu corpo. Agora focalize sua atenção na parte de trás das suas pernas, também forçando e relaxando a musculatura. Repare sua respiração e tente respirar tranqüilamente pelo nariz. Continue fazendo este exercício de focalização nas suas coxas, quadris, estômago¿ até chegar no seu coração.

Dê uma parada, sinta-se relaxado e comece a observar as batidas de seu coração. Perceba que elas começam a se harmonizar com a sua respiração. RELAXE! Tente focalizar toda sua atenção nas batidas de seu coração e na sua respiração. Se você não conseguir se CONCENTRAR de maneira que seus pensamentos desacelere, tudo bem. Com a prática seus pensamentos começaram a diminuir até a sua mente ficar calada. Não tente impedir forçosamente que seus pensamentos venham. Reconheça cada pensamento com tranqüilidade e se despeça dele.

É como se você falasse prá você mesmo "tudo bem, reconheço que estou pensando, que hoje tenho que lavar o carro" ou "reconheço que posso me atrasar". O ato de tomar conhecimento do que está passando na sua cabeça permite que o fluxo de pensamentos venha de uma maneira mais organizada e controlada. Com o tempo, você será capaz de dizer para você mesmo: "Reconheço que mil pensamentos são necessários para eu viver, mas agora é hora de silêncio" e sua mente irá se silenciar.

Quando você sentir a sincronia entre as batidas do seu coração e a sua mente e que seus pensamentos começam a ceder espaço para o silêncio, comece a reparar a linguagem de seu corpo: regiões que ainda precisam de mais relaxamento, onde está dolorido e onde está em paz. Perceba que seu corpo vibra ritmicamente com o seu coração e a sua respiração.

RELAXE! E tente mais uma vez não pensar em nada, diga prá você mesmo: "Tenho consciência do meu corpo, dos meus pensamentos, do meu ser. Eu estou em harmonia. Eu estou em silêncio". No momento em que você perceber que seus pensamentos começam a voltar, concentre-se de novo na sua respiração e no seu coração. Relaxe seu pescoço, sua cabeça e perceba mais uma vez o seu corpo como um todo.

RELAXE! Tente reconduzir seus pensamentos e limpar sua mente.

Quando seus pensamentos começarem a vir de uma maneira insistente ou se seu corpo começa a apresentar sinais de desconforto ou cansaço, comece a despertar lentamente: primeiro conscientizando-se de seus pés, depois de suas pernas, até ter consciência de todo o seu corpo. Perceba sua respiração e, embora ela ainda esteja em harmonia com as batidas de seu coração, a sinta como uma coisa separada.

Escute apenas o seu coração, sem associações. RELAXE! Comece a reparar os sons externos, a música relaxante, o silêncio ou o barulho de sua casa, a vida lá fora. Levante-se com calma ou, ainda sentado, dê tempo para que sua consciência entre no ritmo da rotina diária. Sinta como você está relaxado e sua mente tranqüila.

Comece praticando por apenas 3 minutos e vá aumentando o tempo progressivamente, de acordo com os seus resultados, até que você consiga meditar por ½ hora. Comece, então, praticar pela manhã e pela noitinha. Com o tempo, você perceberá que será capaz de meditar em qualquer lugar, em casa, no trabalho, no ônibus¿ e também notará que sua mente irá se desligar pelo tempo que você estabelecer, 5 minutos ou ½ hora.

Você também poderá fazer uma meditação dirigida para buscar a solução de algum problema ou beneficiar alguma condição de saúde. Para isso, focalize sua atenção na questão antes de entrar no estado de meditação, logo após o relaxamento.

Por exemplo, fale prá você mesmo: "Hoje, enquanto minha mente se silencia, minha 'criança interior' poderá me ajudar a solucionar o seguinte problema xxxxxx". Ou: "Hoje, enquanto minha mente se silencia, meu corpo físico irá trabalhar pela cura da minha dor de estômago".

Daí, RELAXE e comece a sincronizar sua respiração com o seu coração. Você poderá receber visões durante a meditação ou terá uma diferente perspectiva do problema ao despertar. Nas condições de saúde, a prática direcionada contínua irá permitir alguma melhora, mas não é possível garantir a cura para o problema.

A prática da meditação permite que você tome um papel mais ativo no controle de suas funções vitais. Com o tempo, você passará observar o mundo à sua volta de uma maneira diferente. As necessidades alimentares de seu corpo também poderão mudar. Muitos começam, naturalmente, a comer de uma maneira mais saudável e equilibrada.

A luz solar também passará a ter mais importância como fonte essencial de energia. O importante é que a prática da meditação permite que nos tornemos pessoas mais equilibradas, menos stresssadas, sentindo maior prazer em viver. Mudando positivamente nossa interação com o universo e com nós mesmos.

Postado por Marcia Arantes, em 4:52 PM

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Terça-feira, Julho 06, 2004

OS PRINCÍPIOS HERMÉTICOS

Hermes Trimegisto, o Três Vezes Grande, era considerado pelos Egípcios o Mensageiro dos Deuses, por ter transmitido os ensinamentos a este grande povo da antiguidade e ter implantado a tradição sagrada, os rituais sagrados, e os ensinamentos das artes e ciências em suas Escolas da Sabedoria.

A medicina, a astronomia, a astrologia, a botânica, a agricultura, a geologia, as matemáticas, a música, a arquitetura, a ciência política, tudo isso era ensinado em suas Escolas e em seus livros, que segundo os gregos somavam 42. Entre eles se encontra "O Livro dos Mortos" ou também chamado "O Livro da Saída da Luz".

A Ciência Hermética é baseada em seus ensinamentos e comprova com seus preceitos, que o Grande Hermes veio transmitir para a humanidade uma Sabedoria Divina, até hoje mal compreendida apesar de amplamente comprovada.

A Filosofia Hermética se baseia nos Princípios Herméticos incluídos no livro "O Caibalion" e parece destinada a plantar uma semente de Verdade no coração dos sábios, que perpetuam e transmitem os seus ensinamentos. Em todas as civilizações sempre existiram ouvidos atentos a estes ensinamentos. Como diz o próprio Caibalion:

Em qualquer lugar que se achem os vestígios do Mestre,

Os ouvidos daqueles que estiverem preparados para receber

O seu Ensinamento, se abrirão completamente.

Quando os ouvidos do discípulo estão preparados para ouvir,

Então vêm os lábios para enchê-los de sabedoria".

Porém o Caibalion nos ensina também que:

"Os lábios da Sabedoria estão fechados, exceto aos ouvidos do Entendimento".

O Caibalion nos foi transmitido pela Tradição Hermética e reúne os ensinamentos básicos da Lei que rege todas as coisas manifestadas.

A palavra Caibalion, na língua hebraica significa tradição ou preceito manifestado por um ente de cima. Esta palavra tem a mesma raiz da palavra Qabala, ou Qibul, ou Qibal, que significa tradição.

No antigo Egito foi estabelecida a maior das Lojas dos Místicos e pelas portas de seus Templos entraram os Neófitos que, mais tarde, como Hierofantes, Adeptos e Mestres, se espalharam por todas as partes da terra, levando consigo o precioso conhecimento que possuíam para ensiná-los àqueles que estivessem preparados para compreendê-lo.

Em nossos dias o termo ¿hermético¿ significa secreto, fechado de tal maneira que nada escapa, significando que os discípulos de Hermes sempre observavam o princípio do segredo nos seus preceitos. Os antigos instrutores pediam este segredo mas nunca desejaram que os preceitos não fossem transmitidos.

Não instituíram uma religião, de forma que estes princípios pudessem ser aproveitados por todas mas não pertencessem a nenhum credo. De fato, os ¿Princípios Herméticos¿ são baseados nas Leis da Natureza, e como tais pertencem somente à Ordem Divina.

¿As doutrinas sempre foram transmitidas de ¿Mestre à Discípulo¿, de Iniciado à Hierofante, dos lábios aos ouvidos. Ainda que esteja escrita em toda parte, foi propositalmente velada com termos de alquimia e astrologia, de modo que só os que possuem a chave podem-na ler bem.¿ (O Caibálion).

Os Sete Princípios em que se baseia a Filosofia Hermética são os seguintes:

I ¿ O princípio de Mentalismo

II ¿ O princípio de Correspondência

III ¿ O princípio de Vibração

IV ¿ O princípio de Polaridade

V ¿ O princípio de Ritmo

VI ¿ O princípio de Causa e Efeito

VII ¿ O princípio de Gênero

(CONTINUA NA PRÓXIMA VEZ QUE EU POSTAR)

Postado por Marcia Arantes, em 3:52 PM

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Segunda-feira, Julho 05, 2004


Conversando sobre Projeção e Aura


1. O que é uma viagem astral?

- É a capacidade parapsíquica do espírito projetar-se temporariamente para fora do corpo, principalmente durante o sono.



2. Qualquer pessoa pode realizar uma experiência dessas?

- Sim, pois é uma capacidade humana latente de todo mundo. Não é necessário seguir nehuma doutrina ou mudar a maneira de ser para desenvolver o controle consciente em si mesmo.



3. Muitas pessoas têm essas experiências e não sabem como lidar com elas?

Sim, o número de pessoas que já passou por experiências assim é muito grande. Inclusive, há pessoas que acordam de madrugada sem conseguir se mexer e nem abrir os olhos. Elas tentam gritar para chamar alguém e não sai voz nenhuma. Repentinamente, despertam abruptamente e acham que isso foi um pesadelo.



4. Quando a pessoa está cochilando ocorre algo assim?

- É muito comum a pessoa sentir uma sensação de estar caindo logo no início do sono. Daí, ela desperta assustada sem entender o que ocorreu.



5. Não há perigo da pessoa perder-se numa viagem dessa?

- Não, pois há uma ligação espiritual-energética interligando seu espírito ao corpo durante a experiência. Essa ligação é conhecida nos meios espiritualistas com o nome de "cordão de prata". Por mais longe que vá, essa conexão espiritual sempre trará a pessoa de volta para o corpo.



6. É necessário ser um sensitivo ou médium para fazer uma viagem dessas?

- Não, já que é uma capacidade humana natural e comum a todos. Porém, para alguém que participe de alguma atividade espiritual há uma certa ampliação na aura e isso favorece bastante um resultado positivo.



7. O que é aura?

- Aura é o campo energético multicolorido que envolve o corpo humano. É a atmosfera espiritual de uma pessoa, refletindo os seus pensamentos, sentimentos e energias como várias faixas de cores no campo energético.




8. É possível uma pessoa interferir energeticamente na aura de outra?

- Sim, dependendo das circunstâncias. Como exemplo, podemos citar aquelas pessoas que quando se aproximam, imediatamente sentimos uma certa irritação ou desconforto psíquico. Essas pessoas são chamadas popularmente de "seca pimenteiras", pois se apontarem o dedo para uma plantinha, a mesma seca! Obviamente que algum tipo de energia saiu da mão da pessoa e pegou na planta.

Essas pessoas acabam prejudicando a outras com suas emanações nocivas. Por isso, esse assunto é fantástico, pois permite ensinar as pessoas como lidar com esse tipo de situação e permanecer equilibrado.



9. Mas, há pessoas com a aura boa também, não é?

- Felizmente sim, embora as pessoas achem que o mundo piorou, há pessoas muito boas vivendo no mundo conosco. É que a mídia e as pessoas não comentam sobre o bem que foi feito, pois dá mais ibope falar da tragédia e da dor. Há pessoas que só de chegarem em um ambiente, sua atmosfera melhora todo mundo. São doadoras de vibrações saudáveis. São portadores de luz invisível.



10. É possível perceber alguma coisa espiritual durante uma saída do corpo?

- Sim, e isso é uma das maiores vantagens dessa experiência. É possível encontrar as pessoas que amamos e que já morreram. Aí, descobrimos que elas estão vivas em outra dimensão (plano espiritual), como espíritos, e que a morte não mata a consciência e nem o amor. Desde que uma pessoa se vê projetada fora do corpo, isso muda seus parâmetros em relação a várias coisas.

Quando alguém perguntar para ela se acredita em vida após a morte, ela dirá que não acredita, mas tem certeza absoluta, e isso não é uma questão de fé, mas de plena convicção consciente.Também é possível entrar em contato com seres espirituais elevados que podem ensinar coisas incríveis, ou mesmo ensiná-la a aplicar energia para cura invisível e silenciosa.

E, posso dizer isso por experiência pessoal, desenvolve um bom humor muito grande e dá esperanças de resolução de várias coisas, mesmo que a situação esteja complicada e tudo pareça estar nefasto. Dá vontade de viver e fazer um monte de coisas boas.

Postado por Marcia Arantes, em 4:53 PM

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Aura

Você com certeza já deve ter conhecido alguém assim: basta chegar perto para se envolver numa maravilhosa onda de luz e paz. Sua energia é tão positiva e contagiante que poderia até ser tocada. Outras pessoas, ao contrário, provocam uma desagradável sensação de cansaço, como se roubassem nossa energia. Esta capacidade de apagar ou iluminar o ambiente reflete o poder da nossa aura.

Uma pessoa altamente emotiva com um chakra do plexo solar desenvolvido e descontrolado, pode causar destruição. Por outro lado uma pessoa que use corretamente o centro do coração, leva a inspiração a centenas de pessoas, expandindo sua Aura e tornando seu campo energético mais amplo, mais forte, mais protegido e mais resistente aos ataques das energias telúricas e de energias negativas.

Ela foi estudada nos anos setenta pelo físico russo Samuel Kirlian, que inventou a kirliangrafia, que não é nada mais que a fotografia da nossa aura. Através dela pode-se detectar visualmente que todo ser humano representa um gerador de energia que produz um campo energético.


A aura é constituída por quatro campos, quatro camadas:


1) Aura da saúde física;
2) Aura astral ou emocional;
3) Aura mental;
4) Aura do corpo etérico.







Existe uma correlação entre o estado geral de corpo-mente-alma de uma pessoa e seu corpo vibratório. Danos à alma, tensão e fraquezas físicas tornam-se perceptíveis, antes mesmo de se manifestarem em você, tais como depressões, fadigas e doenças. Quem passa por uma perda de um parente querido, por exemplo, terá chances de se recuperar mais rapidamente se seu campo energético estiver equilibrado. Uma das maneiras para deixá-la em perfeito estado é tomar o banho de água com sal.

Antes de tudo, devo esclarecer a essência da aura. Todos os pensamentos e atos humanos pertencem ao bem e ao mal. A espessura da aura é proporcional à quantidade de pensamentos bons e maus. Internamente, quando uma pessoa pratica o bem, sente uma satisfação na consciência. Esses pensamentos se convertem em luz, somando-se a luz do corpo espiritual. Quando, ao contrário, os pensamentos e atos sãos maus, estes se convertem em nuvens do corpo espiritual.

Externamente, quando se faz o bem aos outros, os pensamentos de gratidão das pessoas beneficiadas também se convertem em luz. Transmitidos através do fio espiritual para a pessoa que praticou o bem, aumentam a luz desta. Quando, ao contrário, a pessoa recebe transmissões de pensamentos de vingança, ódio, ciúme ou inveja, suas nuvens aumentam. Por isso, é preciso praticar o bem e proporcionar alegria aos outros, evitando provocar pensamentos de vingança, ódio ou ciúmes.


Para assegurar a boa luminosidade de sua aura todo cuidado é pouco. Ciúme, raiva, ódio ou inveja podem atuar negativamente sobre o equilíbrio dos campos energéticos. O primeiro passo é combater as situações de estresse com constantes exercícios de relaxamento, caminhar todos os dias pela manhã (se possível por vinte minutos), e viver situações que salientem o seu lado alegre.



A Aura e suas Cores

Ensinarei uma técnica bem simples para visualizar a aura de alguém. Use apenas sua intuição.

Coloque-se na frente pessoa. Fixe seu olhar nos intercílios. Conte até 5. Feche os olhos por alguns segundos.

Depois, fixe sua atenção no alto da cabeça da pessoa que está na sua frente. Conte até 5. Feche os olhos e pergunte mentalmente: "Qual a cor da sua aura". A resposta virá instantaneamente.


Apresento algumas das qualidades principais das cores, as quais se referem à segunda camada da aura, que nos indica o estado de nossa alma: Clique na cor desejada.

Aura Verde
Autoconfiança, capacidade de resolver problemas e de perdoar. Pessoa que ama a paz; sensibilidade. É organizador, planejador e estrategista.

Aura Amarela
Capacidade de dar e receber; ter esperanças; a saúde e a família desempenham um papel importante. Tem o dom de trabalhar em grupo harmoniosamente. O amarelo é uma das cores cinestésicas do espectro; isso significa que uma pessoa com aura desta cor tem uma reação física antes de ter uma resposta emocional ou intelectual. Quando ele entra numa sala cheia de gente, sabe de imediato se quer permanecer ou não.

Aura Azul

Capacidade de curar através das próprias energias mentais e espirituais; age sobre os outros de modo agradável e calmante; altos ideais de vida; sinceridade. O Azul personifica as características do cuidado e do carinho. É a cor da aura que mais se preocupa em ajudar os outros.

Aura Laranja

Destemidos, poderosos e descuidados com a própria segurança pessoal, brandem os punhos fechados contra o próprio Deus. Sua busca espiritual é, na verdade, uma busca de um sentido de vida além de si mesmo.

Aura Dourada


Adora saber como e por que uma determinada coisa funciona, e lança mão de uma paciência infinita. A espiritualidade, para a pessoa de aura dourada, é o estudo da ordem superior do universo e de leis e princípios que o governam. Ele quer entender a organização mental, as leis ou as probabilidades que geraram a ordem no interior do caos espiritual.

Aura Vermelha

Ênfase no modo de vida material; sucesso alcançado através da dedicação pessoal completa; saúde física estável; tendência à irritabilidade quando contrariada.

Aura Violeta

Espiritualidade bem desenvolvida; inspirações criativas; capacidade de transformar os sofrimentos pessoais em fatores positivos para o próprio destino. O violeta é a cor do espectro mais próxima do equilíbrio psíquico, emocional e espiritual em vigor no planeta neste momento.

Aura Prateada

Um curandeiro, médium natural. Utiliza energia para transformar luz em em raios que curam, seu maior desafio é aprender a se conhecer e descobrir seus dons especiais.

Aura Anil Indigo


A aguda perspicácia intelectual é um dos aspectos mais gratificantes e mais exasperantes, é brilhante e inquiridor, com uma inteligência que vai muito além dos conceitos mais tradicionais.



Garantir uma aura equilibrada não é um bicho-de-sete-cabeças. Tenha muito bom humor e otimismo, assim você estará sempre iluminada!

Postado por Marcia Arantes, em 4:49 PM

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Domingo, Julho 04, 2004


A LUA CHEIA ESTE MÊS ESTÁ MUITO ESPECIAL....OLHEM PARA O CÉU....PORQUE NOS ESQUECEMOS DE COISAS TÃO "SIMPLES" E TÃO IMPORTANTES?

LUA PRECIOSA,
LUA DE MILÊNIOS DE HISTÓRIAS,
LUA DOS AMANTES,
LUA DA SENHORA DA MAGIA,
LUA PRATEADA,
DONA DE FACE SOMBRIA,
FAROL DO ESPAÇO.
BELEZA QUE INEBRIA,
FORTALEÇA MINHA ENERGIA,
AQUEÇA MINHAS PALAVRAS
COM O FULGOR DOS DEUSES,
DE ERAS TARDIAS,
TRAGA-ME A FORÇA NECESSÁRIA
PARA INTUIR MINHA VIDA,
MEUS CAMINHOS ILUMINA,
ME FAZ TUA PROTEGIDA!

Que a Deusa abençoe a todos nós nesta Lua Cheia!
BLESSED BE!
)O(

Postado por Marcia Arantes, em 6:12 PM

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Sábado, Julho 03, 2004


Atlântida

Milhares de anos após ter submergido nas profundezas frias e escuras do oceano Atlântico, o continente insular da Atlântida continua sendo um dos mistérios mais intrigantes da História.

A história antiga da humanidade em grande parte se constitui um enigma, enigma esse devido à ignorância das pessoas que a escreveram e dataram certos eventos. Podemos perceber isto tendo em vista, por exemplo, o que dizem a respeito da esfinge, pois atualmente estudos provam que ela data de 12.000 a.C. a 10.500 a.C., enquanto que a história que divulgam datam-na de apenas de 4.000 a.C.

Uma outra indagação que deve ser feita diz respeito à distribuição de pirâmides no mundo. Elas são encontradas não somente no Egito, mas também na China e na América Central, mostrando a interligação dessas culturas no passado. O que interliga todas essas civilizações antigas? A única resposta que melhor responde a essas perguntas, e outras a respeito do mundo antigo, é a existência da Atlântida.

Mas antes de continuarmos no assunto Atlântida, vamos discorrer rapidamente por Tróia:

Do Mito à Realidade (A Magnífica Tróia)

Por muito tempo se acreditou que a História de glória e da destruíção de Tróia, com suas altas muralhas, não passasse de um mito. As epopéias que descrevem a cidade, llíada e a odisséia de Homero, são anteriores a 700 a.C. Embora os gregos antigos lessem o grande poeta como apenas literatura.

Coube a Heinrich Schliemann, um milionário, arqueólogo diletante e sonhador do século XIX, provar que os eruditos estavam errados. Obstinado e romântico, o negociante alemão tinha certeza que Homero contara a verdade sobre Tróia. No final da década de 1860, Schliemann convenceu-se de que a aldeia turca de Hissarlik, com suas colinas semelhantes a fortins, lembrava a cidade descrita na llíada. Em 1871 deu início às escavações.

Logo descobriu que realmente havia uma cidade sob as "fortalezas" de Hissarlik. Na verdade, vários estágios de uma antiga cidade estavam enterrados em camadas superpostas. E uma dessas camadas, queimada por fogo, parecia-se muito com a Tróia de Homero.

A primeira fonte de informação que chegou ao mundo moderno é sem dúvida os escritos de Platão. Foi ele quem primeiro falou da existência de uma ilha então submersa à qual foi dado o nome de Atlântida. Platão tomou conhecimento da Atlântida através de Sólon, que, por sua vez lhe foi referido por sacerdotes egípcios, num dos templos da cidade egípcia de Saís.
Na verdade a Atlântida data de pelo menos 100.000 a.C., então constituindo não uma ilha e sim um imenso continente que se estendia desde a Groelândia até o Norte do Brasil.

Sabe-se que os atlantes chegaram a conviver com os lemúrios, que viviam num continente no Oceano Pacifico aproximadamente onde hoje se situa o Continente Australiano. Naquele continente Atlante havia muitos terremotos e vulcões e foi isto a causa de duas das três destruições que acabaram por submergi-lo . A terceira destruição não foi determinada por causas naturais. Na primeira destruição, em torno de 50.000a.C. várias ilhas que ficavam junto do continente atlante afundaram, como também a parte norte do continente que ficava próximo a Groelândia, em decorrência da ação dos vulcões e terremotos.

A segunda destruição, motivada pela mudança do eixo da Terra, ocorreu em torno de 28.000 a.C., quando grande parte do continente afundou, restando algumas ilhas, das quais uma que conectava o continente Atlante à América do Norte. E a terceira foi exatamente esta onde floresceu a civilização citada por Platão e que por fim foi extinta, em uma só noite, afundando-se no mar restando apenas as partes mais elevadas que hoje corresponde aos Açores descrita por Platão.

Para se estudar bem a Atlântida deve-se considerar que esse nome diz respeito a três civilizações distintas, pois em cada uma das destruições os que restaram tiveram que recomeçar tudo do início.

Atlântida 100.000 a.C. a 50.000 a.C.

Sobre a Atlântida antes da primeira destruição (antes de 50.000 a.C.) pouco se sabe. Diz-se haver sido colonizada pelos lemurios que haviam fugido do continente onde habitavam, também sujeito a cataclismos imensos, quando então se estabeleceram correntes migratórias fugitivas das destruições que ocorriam na Lemúria, algumas delas dirigiram-se para o Sul Atlântida.
Estes primeiros Atlantes julgavam a si pelo caráter e não pelo que tinham e viviam em harmonia com a natureza. Pode-se dizer que 50% de suas vidas era voltada ao espiritual e os outros 50% para o lado prático, vida material.

Possuíam grandes poderes mentais o que lhes conferia domínio da mente sobre o corpo. Eles faziam coisas impressionantes com os seus corpos. Assim viveram por muito tempo até que, em decorrência da proximidade do sul da Atlântida com o Continente Africano, várias tribos agressivas africanas dirigiram-se para a Atlântida forçando os Lemurios estabelecidos na Atlântida a se deslocarem cada vez mais para o norte do continente atlante. Com o transcorrer do tempo os genes dos dois grupos foram se misturando.

Em 52.000 a.C. os Atlantes começaram a sofrer com ataques de animais ferozes, o que os fizeram aumentar seus conhecimentos em armas, motivando um avanço tecnológico na Atlântida. Novos métodos de agricultura foram implementados, a educação expandiu, e conseqüentemente bens materiais começaram a assumir um grande valor na vida das pessoas, que começaram a ficar cada vez mais materialistas e conseqüentemente os valores psíquicos e espirituais foram decaindo. Uma das conseqüências foi que a maioria dos atlantes foi perdendo a capacidade de clarividência e suas habilidades intuitivas por falta de treinamento e uso, a ponto de começarem a desacreditar nas mencionadas habilidades.

Edgar Cayce afirma que dois grupos diversos tiveram grande poder nessa época, um deles chamados de "Os Filhos de Belial". Estes trabalhavam pelo prazer, tinham grandes posses, mas eram espiritualmente imorais. Um outro grupo chamado de "As Crianças da Lei Um", era constituído por pessoas que invocavam o amor e praticavam a reza e a meditação juntas, esperando promover o conhecimento divino. Eles se chamavam "As Crianças da Lei Um" porque acreditavam em Uma Religião, Um Estado, Uma Casa e Um Deus, ou melhor, que Tudo é Um.

Logo após essa divisão da civilização atlante, foi que ocorreu a primeira destruição da Atlântida, ocasião em que grande número de imensos vulcões entraram em erupção. Então uma parte do povo foi para a África onde o clima era muito favorável e possuíam muitos animais que podiam servir como fonte de alimentação. Ali os descendentes dos atlantes viveram bem e se tornaram caçadores. A outra parte direcionou-se para a América do Sul onde se estabeleceu na região onde hoje é a Bacia Amazônica.

Biologicamente os atlantes do grupo que foi para a América do Sul começaram a se degenerar por só se alimentarem de carne pensando que com isso iriam obter a força do animal, quando na verdade o que aconteceu foi uma progressiva perda das habilidades psíquicas. Assim viveram os descendentes atlantes até que encontraram um povo chamado Ohlm, remanescentes dos descendentes da Lemúria, que os acolheram e ensinaram-lhes novas técnicas de mineração e agricultura.
As duas partes que fugiram da Atlântida floresceram muito mais do que aquela que permanecera no continente, pois em decorrência da tremenda destruição os remanescentes praticamente passaram a viver como animais vivendo nas montanhas durante 4.000 anos, após o que começaram a estabelecer uma nova civilização.

Atlântida 48.000 a.C. a 28.000 a.C.

Os atlantes que estabeleceram uma nova civilização na Atlântida começaram de forma muito parecida com o inicio da colonização que os Lemurios fizeram na Atlântida. Eles se voltaram a trabalhar com a natureza e nisso passaram milhares de anos, mas com o avanço cientifico e tecnológico também começaram a ficar cada vez mais agressivos, materialistas e decadentes. Os tecnocratas viviam interessados em bens materiais e desrespeitando a religião. A mulher se tornou objeto do prazer; crimes e assassinatos prevaleciam, os sacerdotes e sacerdotisas praticavam o sacrifício humano.

Os atlantes se tornaram uma civilização guerreira. Alguns artistas atlantes insatisfeitos fugiram para costa da Espanha e para o sudoeste da França, onde até hoje se vêem algumas de suas artes esculpidas nas cavernas. Em 28.000 a.C. com a mudança do eixo da Terra, os vulcões novamente entraram em grande atividade acabando por acarretar o fim da segunda civilização atlante. Com isso novamente os atlantes fugiram para as Antilhas, Yucatã, e para a América do Sul.

Atlântida 28.000a.C. a 12.500 a.C.

Esta foi a civilização atlante que foi descrita por Platão.

Mais uma vez tudo se repetiu, os que ficaram recomeçaram tudo novamente, recriando as cidades que haviam sido destruídas, mas inicialmente não tentando cometer os mesmos erros da florescente civilização passada. Eles unificaram a ciência com o desenvolvimento espiritual a fim de haver um melhor controle sobre o desenvolvimento social.

Começaram a trabalhar com as Forças da Natureza, tinham conhecimento das hoje chamadas linhas de Hartman e linhas Ley, que cruzam toda a Terra, algo que posteriormente veio a ser muito utilizado pelos celtas que construíram os menires e outras edificações em pedra. Vale salientar que eles acabaram por possuir um alto conhecimento sobre a ciência dos cristais, que usavam para múltiplos fins, mas basicamente como grandes potencializadores energéticos, e fonte de registro de informações, devido a grande potência que o cristal tem de gravar as coisas.

Os Atlantes tinham grande conhecimento da engenharia genética, o que os levou a tentar criar "raças puras", raças que não possuíssem nenhum defeito. Esse pensamento persistiu até o século XX a ser uma das bases do nazismo.

Os Atlantes detinham grandes conhecimentos sobre as pirâmides, há quem diga que elas foram edificadas a partir desta civilização e que eram usadas como grandes condutores e receptores de energia sideral, o que, entre outros efeitos, fazia com que uma pessoa que se encontrasse dentro delas, especialmente a Grande Pirâmide, entrava em estado alterado de consciência quando então o sentido de espaço-tempo se alterava totalmente.

É certo que os habitantes da Atlântida possuíam um certo desenvolvimento das faculdades psíquicas, entre as quais a telepatia, embora que muito aquém do nível atingido pelos habitantes da primeira civilização. Construíram aeroplanos, mas nada muito desenvolvido, algo que se assemelharia mais ao que é hoje é conhecido como "asa delta".

Isto tem sido confirmado através de gravuras em certos hieróglifos egípcios e maias.
Também em certa fase do seu desenvolvimento os atlantes foram grandes conhecedores da energia lunar, tanto que faziam experiências muito precisas de conformidade com a fase da Lua. A par disto foram grandes conhecedores da astronomia em geral.

Na verdade os atlantes detiveram grandes poderes, mas como o poder denigre o caráter daquele que não está devidamente preparado para possuí-lo, então a civilização começou a ruir. Eles começaram a separar o desenvolvimento espiritual do desenvolvimento científico. Sabedores da manipulação dos gens eles desenvolveram a engenharia genética especialmente visando criar raças puras. Isto ainda hoje se faz sentir em muitos povos através de sistemas de castas, de raça eleita ou de raça ariana pura. Em busca do aperfeiçoamento racial, como é da natureza humana o querer sempre mais os cientistas atlantes tentaram desenvolver certos sentidos humanos mediante gens de espécies animais detentoras de determinadas capacidades.

Tentaram que a raça tivesse a acuidade visual da águia, e assim combinaram gens deste animal com gens humano; aprimorar o olfato através de gens de lobos, e assim por diante. Mas na verdade o que aconteceu foi o pior, aqueles experimentos não deram certo e ao invés de aperfeiçoarem seus sentidos acabaram criando bestas-feras, onde algumas são encontradas na mitologia grega e em outras mitologias e lendas.

Ainda no campo da engenharia genética criaram algumas doenças que ainda hoje assolam a humanidade.

A moral começou a ruir rapidamente e o materialismo começou a crescer. Começaram a guerrear. Entre estas foi citada uma que houve com a Grécia, da qual esta foi vitoriosa. Enganam-se os que pensam que a Grécia vem de 2 000 a.C. Ela é muito mais velha do que o Egito e isto foi afirmado a Sólon pelo sacerdote de Sais. Muitos atlantes partiram para onde hoje é a Grécia e com o uso a tecnologia que detinham se fizeram passar por deuses dando origem assim a mitologia grega, ou seja, constituindo-se nos deuses do Olimpio.

Por último os atlantes começaram a fazer experimentos com displicência de forma totalmente irresponsável com cristais e como conseqüência acabaram canalizando uma força cósmica, que denominaram de "Vril", sob as quais não tiveram condições de controlá-la, resultando disso a destruição final da Atlântida, que submergiu em uma noite.

Para acreditar que um continente tenha submergido em uma noite não é muito fácil, mas temos que ver que a tecnologia deles eram muito mais avançadas do que a nossa, e que o poder do cristal é muito maior do que imaginamos, pois se formos vê os cristais estão em tudo com o avanço tecnológico, um computador é formado basicamente de cristais e o laser é feito a partir de cristais.

Mas antes da catástrofe final os Sábios e Sacerdotes atlantes, juntamente com muitos seguidores, cientes do que adviria daquela ciência desenfreada e conseqüentemente que os dias daquela civilização estavam contados, partiram de lá, foram para vários pontos do mundo, mas principalmente para três regiões distintas: O nordeste da África onde deram origem a Civilização egípcia; para América Central, onde deram origem a Civilização Maia; e para o noroeste da Europa, onde bem mais tarde na Bretanha deram origem à Civilização Celta.

A corrente que deu origem a civilização egípcia inicialmente teve muito cuidado com a transmissão dos ensinamentos científicos a fim de evitar que a ciência fora de controle pudesse vir a reeditar a catástrofe anterior. Para o exercício desse controle eles criaram as "Escolas de Mistérios", onde os ensinamentos eram velados, somente sendo transmitidos às pessoas que primeiramente passassem por rigorosos testes de fidelidade.

Os atlantes levaram com eles grandes conhecimentos sobre construção de pirâmides, e sobre a utilização prática de cristais, assim como conhecimentos elevados de outros ramos científicos, como matemática, geometria, etc.

Pesquisas recentes datam a Esfinge de Gizé sendo de no mínimo 10.000 a.C. e não 4.000a.C. como a egiptologia clássica afirma. Edgar Cayce afirmou que embaixo da esfinge existe uma sala na qual estão guardados documentos sobre a Atlântida, atualmente já encontraram uma porta que leva para uma sala que fica abaixo da esfinge, mas ainda não entraram nela. A Ordem Hermética afirma a existência não de uma sala, mas sim de doze.

A corrente que deu origem a civilização maia, foi muito parecida com a corrente que deu origem a civilização egípcia. Quando os atlantes que migraram para a Península de Yucatã antes do afundamento final do continente, eles encontraram lá povos que tinham culturas parecidas com a deles, o que não é de admirar, pois na verdade lá foi um dos pontos para onde já haviam migrado atlantes fugitivos da segunda destruição.

Também os integrantes da corrente que se direcionou para o Noroeste da Europa, e que deu origem mais tarde aos Celtas, tiveram muito cuidado com a transmissão do conhecimento em geral. Em vez de optarem para o ensino controlado pelas "Escolas de Mistérios" como acontecera no Egito, eles optaram por crescer o mínimo possível tecnologicamente, mas dando ênfase especialmente os conhecimentos sobre as Forças da Natureza, sobre as energias telúricas, sobres os princípios que regem o desenvolvimento da produtividade da terra.

Conheciam bem a ciência dos cristais, e da magia, mas devido ao medo de fazerem mau uso dessas ciências eles somente utilizavam-nos, mas no sentido do desenvolvimento da agricultura, da produtividade dos animais de criação, etc.

Atualmente as pessoas vêem a Atlântida como uma lenda fascinante, como algo que mesmo datando de longa data ainda assim continua prendendo tanto a atenção das pessoas. Indaga-se do porquê de tanto fascínio? Acontece que ao se analisar a história antiga da humanidade vê-se que há uma lacuna, um hiato, que falta uma peça que complete toda essa história.

Muitos estudiosos tentam esconder a verdade com medo de ter que reescrever toda a história antiga, rever conceitos oficialmente aceitos. Mas eles não explicam como foram construídas as pirâmides, como existiram inúmeros artefatos e achados arqueológicos encontrados na Ásia, África e América e inter-relacionados; e outros monumentos até hoje é um enigma.

Os menires encontrados na Europa, as obras megalíticas existentes em vários pontos da terra, os desenhos e figuras representativas de aparelhos e até mesmo de técnicas avançadas de várias ciências, os autores oficiais não dão qualquer explicação plausível.

Os historiadores não acreditam que um continente possa haver afundado em uma noite, mas eles esquecem que aquela civilização foi muito mais avançada que a nossa. Foram encontradas, na década de 60, ruínas de uma civilização no fundo do mar perto dos Açores, onde foram encontrados vestígios de colunas gregas e até mesmo um barco fenício. Atualmente foram encontradas ruínas de uma civilização que também afundou perto da China.

As pessoas têm que se conscientizar de que em todas as civilizações em que a moral ruiu, ela começou a se extinguir, e atualmente vemos isso na nossa civilização, e o que é pior, na nossa civilização ela tem abrangência mundial, logo se ela rui, vai decair todo o mundo.

Então o mais importante nessa história da Atlântida não é o acreditar que ela existiu e sim aprender a lição para nós não enveredemos pelo mesmo caminho, repetindo o que lá aconteceu.

Postado por Marcia Arantes, em 5:31 PM

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Sou wiccana e adoro meus amigos. Detesto gente falsa e invejosa.

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