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Sábado, Agosto 28, 2004

Postado por Marcia Arantes, em 12:17 PM

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Quinta-feira, Agosto 26, 2004

Postado por Marcia Arantes, em 8:30 PM

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Bruxaria - Wicca

Ao pensar em uma bruxa, a pessoa logo lembra daquela senhora voando em uma vassoura... seria engraçado se não fosse tão sério. O que as pessoas deveriam lembrar é da velha Inquisição, onde vidas foram tomadas, até mesmo sem provar a culpa da vítima.

Tempos longínquos, mas muito marcantes... e são esses fatos que são relembrados com curiosidade pela humanidade. Tempos de proíbição, a mulher deveria casar vírgem, e servir ao homem sempre com a disposição que lhe fosse determinada. Era a época onde se deveria agir pela fé, ou seja, justificar toda fé.

Só não sabiam que essa fé chegaria tão longe, ao ponto de matar pessoas, seres humanos, justificando a vontade divina. Hoje, o principal fundamento da vida é a razão.

Paracelso disse que as bruxas o tinham ensinado tudo o que sabia sobre cura. Em 1570 o carcereiro do Castelo de Canterbury libertou uma feiticeira condenada, justificando, com a opinião popular, que ela sozinha era melhor para tratar os doentes do que todos os e padres e exorcistas. Feiticeiras ou Fadas?

No início da Idade Média, quase todas as mulheres podiam ser chamadas de bruxas, já que qualquer mulher sabia mais sobre superstições e encantamentos do que uma centena de homens. Até o século 15, os "Feitiços e Encantamentos" das mulheres foram, virtualmente, o único depositário de prática médica. As mulheres da idade média conheciam o poder das ervas, dos ciclos lunares, dos ventos, das chuvas, estrelas e planetas. Estavam profundamente ligadas por um amor e agradecimento à Terra e todas as manifestações de força e poder que vinha desta. Os pagãos acreditam que a volta da ligação com a natureza é o único caminho para uma vida harmônica e equilibrada, por isso todos os Ritos sagrados da Bruxaria estão centrados na Estação do Ano e fases lunares.

Bruxas nunca comprometem seus filhos com a sua fé particular, pois acreditam que cada um deve seguir o seu próprio caminho. As crianças sempre são ensinadas à honrar sua família, amigos, a ter integridade, honestidade, a tratar a Terra como sagrada e a amar e respeitar todas as formas de vida. O fanatismo é repudiado pelos pagãos, assim como o proselitismo é inadmissível. Acreditam e aceitam a Lei Tríplice, que determina que um ato sempre tem a resposta em efeito bumerangue. O que se faz retorna 3 vezes para o emissor, portanto tratam de gerar bons pensamentos e fazer todas as coisas sempre para o bem de todos os envolvidos. Respeito na mesma proporção não só a seres humanos, mas para a Terra, animais e plantas.

Todos os tipos de bruxaria são derivados do Xamanismo primitivo. Para a Wicca, existe um princípio criador , que não tem nome e está além de todas as definições. Desse princípio, surgiram as duas grandes polaridades, que deram origem ao universo e a todas as formas de vida. A Grande Mãe representa a Energia Universal Geradora e é associada a lua, intuição, noite , escuridão , receptividade; é o inconsciente, o lado escuro e desconhecido da mente.

A contraparte , nasceu da Deusa pois achavam que toda luz nasce da escuridão. Essa contraparte é o Deus , símbolo solar da energia masculina com atributos de coragem, fertilidade, saúde e alegria.É preciso perceber seu caráter simbólico e mítico, pois todas as coisas nascem do útero da Deusa Mãe e para ele tudo retornará.

"Os rituais de bruxaria tem a sua origem perdida no tempo, desde os Tempos Celtas, diga-se de passagem, Belos Tempos, onde a natureza era o princípio de tudo, onde a fé era profunda, onde a mente humana tinha um poder incalculável, pois o ser humano sabia como fazer uso do que lhe era proporcionado."

Postado por Marcia Arantes, em 1:02 AM

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Sábado, Agosto 14, 2004


Os Templários

Eram cavalheiros protetores, instalados por Balduíno II, rei de Jerusalém em uma residência ao lado ocidental do palácio construído nas proximidades das ruínas do Templo de Salomão. Dai o nome Cavalheiros dos Templos, ou Os Templários. Em 1127 o Papa Honório II aprovou os templários como ordem, dando a eles vestimentas especiais: um hábito branco com uma cruz vermelha no peito. Pouco tempo depois, no Concílio de Troies, foram redigidos os estatutos dos templários, imitando a ordem de São Benedito, porém os cavalheiros não eram religiosos, quebrando em pouco tempo todos os votos, incluindo os de pobreza e castidade.

Um grande número de burgueses se alistou na ordem, e a religiosidade acabou cedendo lugar ao orgulho, avidez, luxúria, mas sem jamais deixar de defender o papado que lhes deu total liberdade. Após uma série de lutas e andanças, Hugo de Payns e mais oito cavalheiros descobriram, nas ruínas do Templo de Salomão, uma passagem secreta só conhecida pelos iniciados nos mistérios hebraicos. Resolveram tentar entrar. Se fosse simples curiosidade, poderiam morrer.

Mas resolveram levar a sério e assim que a porta se abriu, encontraram, entre estranhas figuras(estátuas e estatuetas), no lado direito, um trono encoberto de seda e sobre o trono um triângulo com as inscrições hebraicas YOD. A soma da inscrição é oito, a continuação da verdade eterna. A letra Y representa várias idéias e serve de secreta resposta a várias perguntas. A letra D significa a Divindade, letra delta, e representa o triângulo - a mais simples das formas geográficas perfeitas.

Junto aos degraus do trono estava a "Lei Sagrada", que se presumia ser a vontade de Yaveh transmitida ao patriarca Abrahão. Após lerem a "Lei Sagrada", refletiram diante da tal cenário e perceberam que tinham em mãos tudo o que simbolizava a Matriz da Natureza e a ressurreição, guardando o germe da criação. Recolhidos a sua nova descoberta, os "pobres cavalheiros de Cristo" prestaram juramento, já com a chave interpretativa de todas as figuras do Templo, inspirados na Qabalah e na Lei Sagrada.Em 1129, quando Hugo Payns se apresenta frente ao Concílio de Troyes, na qualidade de primeiro grão-mestre da Ordem do Templo, a idéia já não era mais uma sujeição da Igreja, mas obediência a Deus.

Prova disto era a inscrição do estandarte negro da ordem: "Non nobis, Domine, sed nomini tuo ad gloria". Em pouco tempo, as fileiras dos templários tornaram-na a mais forte das sociedades secretas do século XII - já com divisão em classes: sacerdotes, cavalheiros, escudeiros, leigos e soldados. A iniciação baseava-se na interpretação dos símbolos de Salomão.

Com o passar dos acontecimentos, a Ordem se tornou tão poderosa a ponto da Igreja "cerrar" os olhos e compartilhar os benefícios que a riqueza dos templários proporcionava. Até mesmo a interpretação "profana" da comunicação com o sobrenatural ou espírita foi "engolida" pela igreja, que sendo contra o espiritismo, passou a ver a ressurreição de Cristo de forma mais natural dentro da doutrina de comunicação com o além. O poder financeiro dos templários vencia fácil as opiniões contrárias.

Os templários proferiam um culto baseado na síntese de várias filosofias e instituíram sete graus de iniciação - três elementares, três filosóficos e um cabalístico, denominados: Adepto, Companheiro, Mestre Perfeito, Cavaleiro da Cruz, Intendente da Caverna Sagrada, Cavaleiro do Oriente e Grande Pontífice da Montanha Sagrada.

A Caverna Sagrada era o local onde se reuniam e tinha forma de quadrilátero. O Oriente representava a Primavera, o Ar, a Infância e a Madrugada; o Meio-Dia (Sul) o Estio, o Fogo e a Idade Adulta; o Ocidente a Água, o Outono o Anoitecer; o Norte a Terra, o Inverno a Noite - eram quatro fases da existência. O Fogo do Meio-Dia simbolizava a regeneração e a renovação. A chama consumia todas as misérias humanas e das cinzas purificadas, saia a nova matéria, isenta de impurezas.

No Oriente, o Ar da Madrugada aflorava esta nova matéria, dando-lhe o clima de Primavera. Depois vinha o Outono, o anoitecer da ida, em que a Água do Ocidente alimentava os últimos vestígios da existência e finalmente o Norte, que marca o ocaso da vida. A Terra coberta de neve, imobilizada pelo Inverno e pela Noite fria, derrotando a fragilidade humana. O Grande Pontífice da Montanha Sagrada empunha o Martelo da Sabedoria e toma lugar no Oriente.

Em cada clima há grupos de Mestres Perfeitos. No centro do Templo, num pedestal que se eleva por três degraus está a grande figura do Baphomet, símbolo da reunião de todas as forças dos doze princípios (masculino e feminino), como está no Livro da Criação. No peito da estranha e colossal figura, a Cruz de Cristo, Vermelha, que dava à Rosa Branca (símbolo da mulher) uma entonação que ia do alaranjado ao vermelho. Simbolicamente , é a vida que brota da união entre a força ativa, exuberante, positiva e a fragilidade, a delicadeza e a obediência passiva.

Por cima da Cruz, a letra "G" simboliza a Geração. O ritual iniciático dos Templários foi passado através da Ordem do Santo Graal. A Ordem do Graal (Cavalaria Oculta do Santo Graal) era um sistema maçônico em andamento, que mesclava os princípios do Cristianismo com a idéia universal da Fraternidade Humana.



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O problema dos Templários não era o fundamento doutrinário nem religioso, mas sim o mundo material que os rodeava. A medida em que as riquezas se multiplicavam, foram se tornando agiotas dos reis, cobrando juros exorbitantes, alegando que sua fortuna foi conquistada a custa de muito sangue e assim foram perdendo a sensibilidade da moral, para em seguida tornarem-se beberrões e libertinos, justificando seus bacanais com a desculpa de que Salomão tinha um harém de belas mulheres e nem por isso deixou de levantar o templo mais famoso em honra à divindade.

Em suas missões pelo Oriente, começaram a misturar a doutrina cristã com ensinamentos muçulmanos e fazer com que tudo se resumisse aos seus rituais - daí a acusação de heresia que viria mais tarde do rei da França, apoiado pela Santa Igreja. No entanto, consideravam Deus como uma Deidade Una, pertencente a todos os povos e sistemas religiosos, sendo exemplo de absoluta bondade e amor.

Mesmo assim, em 13 de outubro de 1307, Jacques de Molay e todos os templários da França foram presos pelo rei em nome da Inquisição. Foram submetidos à torturas inúmeras, sendo obrigados a confessar seu repúdio à Cristo e a adoração à ídolos infames, como Baphomet (que seria a própria personificação do Diabo).
Paralelamente, o rei (um dos maiores devedores de dinheiro à Ordem) já ia julgando-os a revelia, antecipando a Igreja e ao mesmo tempo se apossando de todos os bens dos templários(e quitando suas dívidas, é claro). Em 11 de março de 1314 Jacques de Molay pede uma audiência com os inquisidores, e quando todos pensavam que ele iria pedir perdão ao rei, fez o contrário.

O Grão-mestre repudiou sua confissão sob tortura e disse estar preparado para morrer, rejeitando sua condição de réu e condenando o papa e o rei por complô contra a Ordem Templária, deixando claro saber das intenções materiais deles. Foi o suficiente para morrer na fogueira como herege, com o agravante de crime de lesa-majestade. Ato corajoso, mas que lhe custou a vida. Já na fogueira, pronunciou em praça pública suas últimas palavras: "Nekan, Adonay..." e intimou o papa e o rei a comparecerem perante Deus dentro de um ano.

Curioso, mas um ano depois o papa e o rei morreram de um mal misterioso, comparecendo à Deus, conforme a intimação de Molay. O que restou da Ordem Templária está na maçonaria, que se proclama descendente espiritual da Ordem, embora alguns autores afirmem que esta transmissão se verificou por intermédio da Rosa-Cruz

Postado por Marcia Arantes, em 12:47 PM

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Quarta-feira, Agosto 04, 2004

teste

Postado por Marcia Arantes, em 2:24 PM

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Domingo, Agosto 01, 2004


A simbologia animal está profundamente gravada no inconsciente coletivo da humanidade.

Herdamos sentimentos e recordações inconscientes que condicionam nosso comportamento consciente.

Nas religiões antigas existem registros de rituais do homem e do animal em todos os hemisférios. Exemplos como Ganesha, a divindade hindú, forma humana com cabeça de elefante; no Egito, Thot, forma humana com cabeça de falcão; o peixe e a ovelha no cristianismo.

Na mitologia grega, entre os fenícios, maias, aztecas, indios norte-americanos, na Siberia, nos cultos africanos, no Perú, entre os aborígenes australianos, entre os esquimós, índios brasileiros, no taoísmo e etc.

Nos contos Jakata conta-se que Buda em seu ¿Grande Despertar ¿ lembrou-se de encarnações animais.

Jesus, um dia, disse aos seus discípulos : ¿Eis que vos enviou como ovelhas no meio de lobos; portanto, sede espertos como as serpentes e simples como as pombas ¿. (Mateus, 10:16 )

A história também faz registros do Sermão aos Peixes, de Santo Antonio e São Francisco pregando a palavra de Deus aos pássaros.

Também o símbolo dos Quatro Evangelistas: Mateus, o Anjo ou o Homem, marcando o nascimento de Cristo; Marcos, o Leão, seu Evangelho começa no deserto; Lucas, o touro, iniciando com Zacarias, que sacrificou o Gado; João, a Águia, porque através dela o Espírito de Deus se manifesta.

Na astrologia os símbolos astrológicos são animais. Na astrologia chinesa idem. Nos chacras, há para cada vórtice um animal que carrega o bija ( semente ) . A Kundalini é representada por uma serpente.

A simbologia animal também está presente em todas as linhas de ocultismo, na alquimia, nas cartas de tarô, nas runas, no I Ching, etc.



Os animais no xamanismo

No xamanismo passamos pela descoberta do animal guardião que está presente em cada um de nós. Seja chamado de animal de poder, espírito protetor, nagual, aliado totem, animal guardião. É o nosso alter ego, nosso duplo. Os animais estão mais próximos do que nós da Fonte Divina. O animal é mítico, onírico. Quando compartilhamos de sua consciência animal, podemos transcender o tempo e o espaço, e, as leis de causa e efeito. A natureza da relação entre o homem e o animal é de origem espiritual. É o nosso instinto animal, nosso lado mais forte e menos racional.

Os animais de poder são manifestações dos poderes arquetípicos ocultos, que estão por trás das transformações humanas. Torna as pessoas com um corpo vigoroso, aumenta a resistência a doenças, a acuidade mental, e a auto-confiança.

Eles auxiliam no diagnóstico de doenças, na realização de objetivos desafiadores, para aumentar a disposição, auxiliam no auto-conhecimento. Enfim, um aliado.

O antropólogo Michael Harner, em seu livro ¿The Way of The Shaman ¿ descreve que quando uma pessoa está doente ela está desanimada, ou seja ela perdeu sua força animal, está deprimida, fraca e predisposta a adoecer.

No xamanismo realizamos uma ritual, com tambor, para que os praticantes se conectem com seu animal, e também deixamos nosso animal aflorar através da ¿ Dança do Animal ¿, uma outra forma de evocação. No xamanismo, os praticantes costumam, também ter as sua canções, para evocar o poder dos animais.

Através de uma maior compreensão da energia animal e da pratica de rituais e meditações, expande-se o seu poder pessoal.

Esse relacionamento poderá lhe trazer um vigor extra, ajudará a ter idéias mais criativas, a melhorar seu relacionamento com as pessoas e com o Universo, aumenta sua intuição, melhora seu poder de tomar decisões, maior disposição para enfrentar os desafios da vida, proteção contra perigos.



LENDA SIBERIANA

Conta uma lenda siberiana, que no princípio viviam dois Povos Celestiais na Terra. O povo que vivia no ocidente era bom, e o Povo que vivia no oriente era mau.


Os deuses criaram os homens e tudo vivia em paz e harmonia, mas o Povo Mau, enviou para os homens as doenças e a morte.

Para aliviar o sofrimento das pessoas, os Deuses enviaram uma Águia para transmitir poderes medicinais do xamanismo.


A Águia foi até os homens, mas os homens não entendiam sua linguagem, de forma que ela não conseguiu transmitir a ciência e o dom da medicina.



Á Águia voando, com a firme decisão de cumprir sua missão, viu das alturas uma bela mulher, dormindo nua, nas sombras de uma árvore.



A Águia pousou, fez amor com essa mulher, e do fruto desse amor, nasceu o primeiro xamã da Terra.

Essa metáfora ilustra a ligação do homem medicinal, do xamã, ao animal.



Nesse momento decreto que se abra a porta do Mundo Profundo, para que você leitor, se encontre com os mistérios, com a magia e com o poder dos espíritos animais

Postado por Marcia Arantes, em 4:52 PM

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Nome: Marcia
Idade: 41 anos

E-mail: mpaula5025@globo.com
Sou wiccana e adoro meus amigos. Detesto gente falsa e invejosa.

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