Ainda há tempo de salvar nosso planeta!Depende de nós...

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Nome:Marcia
Psicóloga
Wiccana
Detesto falsidade!

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~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. .Créditos. ~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.

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[Terça-feira, Julho 31, 2007]


Eu não sabia o que indicava esse selo, mas a Loba indicou o "Bewitched" como detentor de alguma das caracterísitcas citadas, sejam elas:
“ The Power of Schomooze “.
Este prêmio foi criado por Mike do Ordinary Folk e Danielle do Pink Reviews. É uma tentativa de reunir os blogs que são adeptos aos relacionamentos "inter-blogs" fazendo um esforço para ser parte de uma interação saudável entre seus componentes.
Schmooze (Verbo) fofocar, jogar conversa fora, trocar idéias. (Substantivo) conversa, bate-papo.Assim, buscamos um relacionamento, uma conexão social com os outros blogs e blogueiros. Usamos um tempo visitando e comentando nos outros espaços, levando carinho, amizade e tudo que venha acrescentar ao nosso mundo mágico.
Os bons schmoozers possuem uma habilidade natural, dentro e fora da blogosfera, de fazer amigos novos ao longo do caminho. Não limitam suas visitas somente aos blogs de sucesso, mas, gastam algum tempo para dizer um "oi" aos blogs novos também. São esses que incluem outros nas conversações "inter-blogs", seja mencionando, linkando ou trocando banners e opiniões.
Regras:
1. Se, e somente SE, você receber o "Thinking Blogger Award" ou "The Power of Schmooze Award", escreva um post indicando 5 (cinco) blogs que tem esse perfil "schmoozed" ou que tenha te "acolhido" nesta filosofia. (se não entendeu, leia a explicação no parágrafo anterior de novo).
2. Acrescente um link para o post que te indicou e um para o post do Mike, para que as pessoas possam identificar a origem deste meme.
3. Opcional: Exiba orgulhosamente o "Thinking Blogger Award" ou o "The Power of Schmooze Award" com um link para este post que você escreveu.
Conheço blogs lindos e especiais que merecem ser indicados, mas tenho de escolher cinco... E são:
1-Zenzone(Brigith)
2- Nana's Place(Nana)
3-Lua e Estrela (Mônica)
4-Angel Rosa
5-Lu Saldanha

Por às [7:00 PM]


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[Domingo, Julho 22, 2007]



O ALFABETO THEBAN:

O alfabeto Theban é um sistema de escrita com origens desconhecidas. Foi publicado pela primeira vez em Polygraphia de Johannes Trithemius (Johann Heidenberg 1462-1516) em 1518, e foi atribuído a Honorius de Thebas. Já seu discípulo Heinrich Cornelius Agrippa (1486-1535) no livro “The Occulta Philosophia -1531” (A Filosofia Oculta) atribuiu o Alfabeto Theban a d’Abano de Pietro (1250-1316).

O Alfabeto Theban também é conhecido como alfabeto de Honorian ou runas de Honorian, entretanto não há nenhuma evidência de que o alfabeto Theban tenha sido utilizado como runa. Devido ao amplo uso dos praticantes de Bruxaria e Wiccanos, o alfabeto passou a também ser chamado de “Alfabeto das Bruxas”, e, é normalmente utilizado para substituir as letras latinas ao escrever nos Livros das Sombras, servindo, dessa forma, como uma escrita mágicka de difícil compreensão para leigos, o que cria um belo ar de mistério.

O alfabeto Theban não possui semelhança gráfica com praticamente nenhum outro alfabeto, e não foi encontrado em nenhum local ou publicação antes da de Trithemius. Em comparação ao Latim Arcaico, o Theban, possui uma relação “letra à letra”, perdendo algumas dessas correspondências somente com o Latim moderno, onde as letras J, U e W não possuem representação e são escritos com os mesmos caracteres para I, V e VV consecutivamente.

Ao que tudo indica o Theban não possui nenhuma pontuação além de um caractere que representa o fim de um texto, quase que equivalente a um ponto final. Nenhuma outra pontuação aparece nos textos de Trithemius ou nos de Agrippa e os posteriores a esses. Logo, ao escrever com o alfabeto Theban podemos utilizar nossa pontuação latina ou inventar caracteres equivalentes. As correspondências com o Latim Arcaico e a falta de pontuações sugerem que tal alfabeto foi inspirado no Latim e no Hebraico.

Curiosidades
Johannes Trithemius - Era um abade responsável pela biblioteca de seu convento e um grande estudioso de sua época. Ele foi expulso da abadia em razão de seu grande interesse pelo ocultismo e pela ciência, Johannes foi o mestre de Cornelius Agrippa e Paracelso (1493-1541).

Honorius de Thebas - É um personagem místico da idade média, dizem que ele teria escrito o livro ocultista “The Sworn Book of Honorius” (O Tratado de Honório), mesmo que o primeiro manuscrito desse livro só tenha sido escrito no ano de 1629 d.C. Um mistério ainda ronda a verdadeira identidade desse ocultista, que muitas vezes foi ligado aos papas Honório I e Honório III.

d Abano de Pietro – Conhecido também como Petrus de Apono ou Aponensis, era um médico, um filósofo, e um astrólogo italiano. Era um médico muito famoso e também um mago, tendo escrito um grimório chamado “Heptameron” (Não deve ser confundido com o Heptameron de Marguerite de Navarro). Foi por duas vezes perseguido pela inquisição sendo acusado de possuir pacto com o demônio devido ao seu avançado uso da medicina com técnicas de energia e utilização de especiarias Árabes. Conseguiu sair da primeira tortura, mas não resistiu a segunda, morrendo e tendo seu corpo raptado por um amigo para que não fosse queimado em praça pública, já que após sua excomunhão os inquisidores ainda iriam queimar seu corpo como um alerta à população.

"Dayne Anglius Dosken,
Consultora e Representante do Old Religion
e Sacerdotisa da Tradição C.Lística."


Por às [2:41 AM]


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[Segunda-feira, Julho 16, 2007]


ATENçÃO!
Novo concurso:"Mystic Way Contest".Para entrar clique na imagem abaixo:


Ou se preferir clique no link "Mistic Way" do menu ao lado!PARTICIPEM!

Por às [2:19 AM]


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[Sábado, Julho 07, 2007]


DEUSES HINDUS(Parte 1)


SHIVA:
Antes de começar a falar deste deus, é preciso saber que os hindus são, em essência, monoteístas. Acreditam em um Deus indefinível e infinito, a quem chamam de Brahman. É equivalente ao Tao chinês. Brahman se manifesta através de seus três aspectos, conhecidos por Trimurti: Brahma (O criador) Vishnu (o mantenedor) e Shiva (que é o destruidor /transformador).
Então, como podem três deuses ser UM Deus? Vamos usar o filme "The Matrix" como uma comparação grosseira: Brahman seria o Deus eterno, imutável, infinito e impessoal que está fora da Matrix (assim como o software das máquinas, que não possuem uma representação física). O universo que conhecemos (Matrix e tudo o que encontrarmos para além da Matrix, como Zion) é manifestacão dele. Em Maya (Matrix) Brahman se manifesta diretamente como Ishvara, que é o Deus personalizado (equivalente a representação do "Arquiteto"). Ishvara e Brahman são a mesma "pessoa", sendo que um está fora e o outro dentro de matrix. Ishvara é aquele que domina o universo, ele é a alma do universo, e possui três formas (Trimurti), a saber: Brahma, Vishnu e Shiva. Eles não são seres distintos entre si (assim como as réplicas do "Agente Smith"). São como o vapor, a água e o gelo, a mesma coisa em estados diferentes. Quando está criando, Deus é Brahma, quando está mantendo a criação ele é Vishnu, e destruindo ele é Shiva.
É por uma questão de respeito que os Hindus cultuam tantos deuses que são intermediários entre o Divino (Brahman) e os homens, pois sabem que o Divino não toma partido nas decisões humanas. O Trimurti é mais respeitado por ser a criação mais próxima do Divino, daí que são cultuados com reserva e o respeito de quem se dirige a uma "autoridade". Então o povo hindu prefere se dirigir a outros deuses de "escalões mais próximos" aos homens, como Ganesha (filho de Shiva) e outros, para pedir coisas mais mundanas.

O nome original de Shiva nos Vedas é Rudra "o Deus terrível", sendo depois lhe dado o eufemístico nome de Shiva, "o auspicioso" (assim como fizeram com as Fúrias gregas, apelidadas de "as graciosas") Shiva significa Aquele em que tudo repousa, possuindo também o sentido de benigno, gracioso, amigo, felicidade e variantes. Um nome tão bonito pra um deus tão terrível? Mas, se você conhecê-lo, verá que ele não é tão mau assim. Um dos seus nomes é Neelkantha (que significa o de garganta azul). Sabem por que? Porque tomou um veneno que para salvar a humanidade, e então sua esposa Parvati apertou a garganta dele com força para que o veneno ficasse concentrado ali. Sua pele é representada na cor azul, como a de Krishna, pois significa iluminação ou santidade.
Ardha-nari
Muitos confundem Shiva com mulher, mas o nome é masculino (termina em A, enquanto o das mulheres terminam em I, na Índia) e ele, na verdade, também é ela. A representação Ardha-nari - que significa meio mulher - é uma das mais conhecidas. A outra metade é homem, para simbolizar a unidade do princípio gerador. Ardha tem três olhos, sendo um no centro da testa. A criação desse olho se deveu a uma brincadeira da sua esposa Parvati, que fechou os olhos de Ardha com as mãos, envolvendo assim o universo na escuridão e no caos. Para restaurar a ordem, Ardha imediatamente fez um terceiro olho. Representa suas três visões de tempo: passado, presente e futuro. Uma lua crescente, acima do 3º olho, marca a passagem do tempo em meses, enquanto uma serpente, enrolada no pescoço, marca a medida em anos (também representa o controle sobre os poderes da natureza, do ego, e da vida e morte) e vários colares de crânios espalhados pelo corpo representam a eterna passagem das eras, e a sucessiva extinção e geração de raças da humanidade.
Ele segura um tri-sula (tridente) numa mão e um tambor (em formato de relógio de areia) chamado Damaru. Do alto da sua cabeça sai o Rio Ganges. Seus olhos ficam semi-abertos (ou um aberto e o outro fechado), sendo isto chamado de Samabhavee mudrá. Significa que sua mente está absorta no seu eu interior, enquanto o corpo está envolvido no mundo exterior.
Foi designado a ele o papel de transformador, seja através da reprodução ou da destruição/dissolução. No papel de destruidor ele é chamado de Kala (Preto) e é identificado com o Tempo. Mas, na maioria das vezes, a função de destruição é realizada por sua esposa, Kali (aquela cheia de braços, que fica com a língua pra fora).
Kali (que na representação Ardha-Nari de Shiva é conhecida como Durga ou Parvati) é na verdade a contraparte feminina de Shiva. Certa vez o Deva do amor (Kama Deva) tentou inflamar Ardha-nari com paixão por Durga, e então ele, com um simples olhar do 3º olho, reduziu Kama Deva à cinzas. Com esse mesmo olhar, ele cumpre a tarefa de destruidor universal. Reza a lenda que ele queimou todo o universo, inclusive Brahma e Vishnu, e passou as cinzas pelo corpo. Daí que os yogues seguidores de Shiva também costumam espalhar cinzas pelo corpo para meditar.
No sentido de reprodução, vemos o símbolo de Shiva cultuado pelos hindus como o Shiva Lingam (falo), esculpido em madeira ou pedra. Shiva também é considerado o criador do ascetismo e do yoga, além de ser o deus da dança. O Mahasivaratri é um festival realizado em honra a ele. Diz-se que nesse dia Shiva fez a Tandava (dança primordial da criação, preservação e destruição).
O Tandava é repleto de significados herméticos, a saber:
A dança de Tandava. Note os muitos braços, assim como Kali

A dança representa o movimento do universo. O primeiro braço, com a palma à frente, é um mudrá que quer dizer: "Não vos atemorizeis com a mensagem terrível que vos trago", e logo abaixo o outro braço traz a mensagem: "Sempre há uma saída". Ao apontar para o pé levantado, quer dizer: "O homem não deve atender às solicitações das suas más inclinações, de suas más paixões, dos instintos bestiais, oriundos da sua natureza animal, inferior, e sim seguir sua natureza superior, espiritual: deve abster-se do ódio, dos vícios, dos excessos, obter o autocontrole." Esta é a saída. O braço esquerdo segura um pequeno tambor que marca o ritmo da dança, e que significa: "Tudo no universo segue um ritmo, e está sujeito a uma ordem temporal".

Com o outro braço, o que segura as línguas de fogo, Shiva diz: "Aproxima-se o tempo de destruir o que se construiu, para se completar o ciclo da criação. Assim como no passado o mundo antigo acabou-se pelas águas de um dilúvio, agora ele será destruído pelo fogo".

O círculo de fogo por trás da figura indica o Samsara (o ciclo de reencarnações). A vida surge do calor da paixão, e termina com o fogo da destruição. Um pé está esmagando uma figura animalesca, que representa a natureza inferior e animal do homem (ignorância). Seu pé esquerdo erguido mostra-nos que podemos elevar-nos e atingir salvação.

Segundo a contagem de tempo Hindu, nós estamos vivendo na Kali Yuga (a Era Negra, ou "das Trevas"). Como ela é a faceta destruidora de Shiva, vivemos então uma era marcada por destruições, sofrimentos e transformações. A duração dessas eras (Yugas) se estende por milhares de anos.

Algumas fontes (através de canalizações) atribuem a Shiva (numa encarnação como mulher) o ensinamento do Reiki para a humanidade, em tempos imemoriais.



Por às [1:03 AM]


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