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[Domingo, Março 30, 2008]
POSSA A HUMANIDADE ENCONTRAR O CAMINHO
GUIADA PELAS LUZES QUE A DEUSA EMANA
SOBRE TODOS SEUS FILHOS,
TODOS OS REINOS,
TODOS OS LUGARES DO PLANETA...
POSSA A HUMANIDADE REDESCOBRIR
O AMOR,A FRATERNIDADE,A HARMONIA...
QUE OS FILHOS DA TERRA
HONREM SEU LEGADO!
ASSIM SEJA!
Por
às [2:02 AM]
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[Terça-feira, Março 25, 2008]
ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O NOVO CONCURSO:
"Moonlight Fairy Dust"
QUEM QUISER SE INSCREVER É SÓ ENTRAR NO LINK DO MENU AO LADO E ENTRAR NA PÁGINA DO CONCURSO!
Por
às [6:04 PM]
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[Quinta-feira, Março 20, 2008]
OSTARA (21 de Março) H. Norte / (21 de Setembro) H. Sul
Pela primeira vez no ano o dia e a noite se fazem iguais. É portanto, uma data de equilíbrio e reflexão. Os dias escuros se vão, e a Terra está pronta para ser plantada. É quando os Deus e Deusa se apaixonam, e deixam de ser mãe e filho.
Nessa data, a semente da vida é semeada no ventre da Deusa, A Donzela revigorada e cheia de alegria. O Deus é devidamente armado para sair em sua viagem no mundo das trevas e reconquistá-lo, para que posteriormente a luz volte a reinar.
Ostara é o Festival em homenagem à Deusa Oster, senhora da Fertilidade, cujo símbolo é o coelho. Foi desse antigo festival que teve origem a Páscoa. Os membros do Coven usam grinaldas, e o Altar deve ser enfeitados com flores da época. É um costume muito antigo colocar ovos pintados no Altar. Eles simbolizam a fecundidade e a renovação. Os ovos podem ser pintados crus e depois enterrados, ou cozidos e comidos enquanto mentalizamos nossos desejos. Nesse caso, não utilize tintas tóxicas, pois podem provocar problemas se ingeridas.
Use anilinas para bolo, ou cozinhe os ovos com cascas de cebola na água, o que dará uma bela cor dourada. Antes de comê-los, os membros do Coven devem girar de mãos dadas em volta do Altar para energizar os pedidos. Os ovos devem ser decorados com símbolos mágicos, ou de acordo com a sua criatividade.
Os pedidos devem ser voltados à "fertilidade" em todas as áreas.
COMEMORANDO O OSTARA
Deve-se colocar flores no altar, ao redor do círculo e enfiadas no chão. O caldeirão pode ser cheio com água mineral e flores, e botões e brotos também podem adornar as vestes. uma pequena planta envasada deve ser colocada no altar. Prepare o altar, acenda as velas e o incenso, e abra o círculo, invoque a Deusa e o Deus. De pé diante do altar, observe a planta e diga:
"Ó Grande deusa, Liberta da prisão gelada do inverno.
Agora é a hora do verdejar, quando a fragrância das flores se espalha com a brisa.
Este é o início.
A vida se renova por sua magia, Deusa da Terra.
O deus se distende e se ergue, ansioso em sua juventude,
e pleno com sua promessa do verão."
Toque a planta. Concentre-se a sua energia e através dela com toda natureza. Viaje por suas folhas e ramos em sua visualização do centro de sua consciência para fora de seu braço e dedos e penetrando dentro da própria planta. Explore sua natureza interior; sinta os milagroso processos da vida ativos em seu interior. Após algum tempo, ainda tocando a planta, diga:
"Caminho pela terra em amizade, não como dominador.
Deusa Mãe e Deus Pai, depositem em mim Através desta planta um amor por todas as coisas vivas;
Ensinem-me a reverenciar a Terra e todos os seus tesouros.
Que eu jamais me esqueça."
Medite acerca das mudanças de estações. Sinta o crescer das energias na Terra a seu redor. Trabalhos de magia, se necessários, podem seguir. Celebre um banquete simples. O círculo está desfeito.
ERVAS TÍPICAS DO EQUINÓCIO DE PRIMAVERA - OSTARA
Cinco- folhas, Narciso, Madressilva, Íris, Jasmim, Rosa, Morango e Violeta.
COMIDAS TÍPICAS DO EQUINÓCIO DE PRIMAVERA – OSTARA
Sementes como o Girassol, abóbora e gergelim, assim como Castanhas de Pinheiro. Brotos, verduras folhosas e verdes. Pratos com flores, como nastúrcios recheados ou bolinhos de cravo
Por
às [11:41 PM]
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[Sábado, Março 15, 2008]
Hipnose e Terapia de Regressão
O que é hipnose
Popularmente falando, hipnose é um estado em que a pessoa fica altamente sugestiva. Poderíamos definir hipnose como um estado de vigília, estado este em que nossa atenção passa de uma coisa para outra rapidamente, pula pra lá e pra cá, vagueia, se distrai, etc. Esse, o estado “normal”. O estado hipnótico é definido como um estado de atenção concentrada, quando nossa mente está ligada numa só coisa, “esquecendo-se” das outras. É um foco de atenção concentrada, diferenciando-se também do sono.
Origem
Desde a mais remota antiguidade o homo sapiens viveu e usou a hipnose, quer consciente ou inconsciente. No antigo Egito, os sacerdotes induziam o estado hipnótico com objetivos de cura de diversos males e afecções, aliviando dores e recuperando a saúde de seus pacientes. É conhecido que os antigos rezadores, mágicos, faquires, curandeiros, todos praticavam várias formas de hipnotismo. Nos tempos de Genghis Khan, eram praticadas sessões de hipnose em grupo, para se obter alucinações visuais e auditivas.
No século XI, Avicena, médico iraniano, afirmava que a imaginação era capaz ou de curar ou tornar as pessoas doentes. Já no século XVI, Paracelsus, divulgava a crença na cura magnética das estrelas, fabricando amuletos zodiacais. Magia, misticismo e religiosidade, imaginação, profecias e mensagens dos deuses: induzia-se hipnose para cantos, orações, rituais, “estados de transe” “baixar o santo” etc.
A era moderna da hipnoterapia começa com Franz Anton Mesmer (1734 a 1815), médico austríaco, com o seu “magnetismo animal”, realizando vários tratamentos com anestesia hipnótica. Depois, John Elliotson, médico assistente no St. Thomas Hospital, fez pesquisas com o então conhecido mesmerismo.
Seguiu-se então James Esdaille (1808 a 1859), que trabalhou na Índia, tendo apoio governamental, realizando cerca de 300 operações de grande vulto sob hipnose.
Aparece então James Braid, um cirurgião Inglês, nascido 1795, estudando hipnose em 1841. Através de suas pesquisas, a hipnose ganhou o foro de ciências, sendo então denominada de hipnotismo ou hipnose, ao invés de mesmerismo, facilitando o começo de sua aceitação pela profissão médica. Charcot (1835 a 1893), Escola de Salpetiére, França, rotulou a hipnose como um estado patológico de dissociação, relacionando a hipnose ao processo histérico e à anormalidades no sistema nervoso. Freud (1856 a 1939) interessou-se pela hipnose, estudando seu efeito na cura de seus pacientes. A desinformação da época e o mau emprego da hipnose fizeram-no abandonar a hipnose como ferramenta de trabalho.
Pavlov (1849 a 1936), médico russo, acercou-se da hipnose no seu estudo sobre a neurofisiologia, comprovando seus efeitos nos sistemas de excitação e inibição do sistema nervoso humano. Nas duas grandes guerras mundiais, através da sua Associação Médica, aprova oficialmente a hipnose como ferramenta terapêutica; em 1958 o mesmo acontece nos USA, pela Associação Médica Americana. Milton Hyland Erickson (1901 a 1980), médico psiquiatra e psicólogo norte-americano, estudou durante toda a sua prolífera e profícua práticas clínica a ciência da hipnose, modernizando-a, revelando-a como uma manifestação normal da mente humana, mostrando sua existência e efeitos na vida cotidiana.
Regressão
A regressão é um dos fenômenos hipnóticos que se origina a partir da hiperminésia (lembrar vividamente de uma circunstância). A terapia regressiva é o ato mental de voltar a um tempo anterior, qualquer que seja este tempo, a fim de resgatar lembranças que podem continuar a influir negativamente na vida atual dos pacientes e que são provavelmente a fonte de seus sintomas. A regressão de idade é também um fenômeno natural do transe. Ela pode ser induzida ou espontânea. Muitas vezes ocorre lembranças espontâneas ao se induzir um transe hipnótico, geralmente são lembranças da infância de fatos marcantes ou dolorosos.
Utilidade
A hipnoterapia serve para qualquer caso clínico, como por exemplo: hipertensão, úlcera, impotência, ejaculação precoce, vaginismo e frigidez, depressão, fobias, síndrome do pânico, asma etc. A criação de um sintoma é uma forma de linguagem metafórica de algo que se passa dentro do ser humano. Funciona como um sistema de alarme. Assim, se alguém tem um sintoma psíquico ou somático, ele tem algo que se intercomunica aos dois sistemas. Como dizia Freud: “... nada é meramente psíquico... nada é meramente somático...”
Regulamentação
Somente no ano 2000 o CRP – Conselho Regional de Psicologia regulamentou o uso da hipnose como instrumento da psicologia (Resolução nº 013/00) no Brasil. Portanto, hoje, o melhor caminho para um tratamento com hipnose é a escolha de um profissional qualificado. Existem no Brasil, vários cursos para formação de hipnoterapeutas, voltado para psicólogos, médicos, psiquiatras e profissionais da área de saúde.
Mitos
Alguns mitos sobre a hipnose que comprometem o conhecimento e a aceitação desta como uma ferramenta muito boa de ajuda às psicoterapias:
• A hipnose é causada pelo poder do hipnotizador – Na verdade, a hipnose não acontece apenas pelo poder do hipnotizador, mas pela aceitação e interação da pessoa que entra em transe e deseja experienciar aquilo que se pede. A hipnose acontece num campo de interação e confiança.
• Nem todo mundo pode ser hipnotizado – Um hipnotizador habilidoso, numa boa interação com seu cliente, trabalhando a confiança e a motivação, leva seu cliente ao transe. Em tese, todo mundo pode ser hipnotizado.
• A hipnose pode ser prejudicial à saúde – A hipnose não causa danos, se usada por pessoas competentes e bem-intencionadas. Pessoas inescrupulosas sugerem a melhora extrapolando os limites de seu cliente.
• Pode-se tornar dependente de hipnose – Quando as pessoas procuram por ajuda, estão de certa maneira dependentes do profissional que as atende. Mas, à medida que vão curando, esta dependência acaba.
• A pessoa pode não voltar do transe, ficar presa nele – Não é possível; o máximo que acontece é a pessoa adormecer, que seria o passo seguinte ao transe profundo e pode ser acordado.
• A pessoa fica inconsciente em transe – A hipnose é um estado de atenção focalizada, o que não quer que você perca a consciência. É só no transe profundo é que ocorre a amnésia total.
• Há perigos na hipnose – Por ser uma técnica que trabalha o desconhecido, a mente inconsciente do ser humano, pede-se cautela e escrúpulos. Assim, a hipnose exige a formação do profissional, preparo e habilitação reconhecidos para lidar com psicoterapia e um bom estudo da mente humana (psicanálise, estudo de psicoterapias, psicopatologia).
• Uma pessoa hipnotizada revela seus segredos – Este é um conceito errado. Pensar que a pessoa pode confessar seus segredos como se estivesse sob efeito de drogas é falso. Ela falará, se assim o quiser.
Bibliografia
Bauer, Sofia M. F. – Hipnoterapia ericksoniana passo a passo – 2002 – Editora Livro Pleno
Feitosa, Nelson – A Auto Hipnose e Voce – 1998 – Editora Vertente
Matos, Dr. Augusto Gomes de – Parapsicologia – Gráfica Auriverde
Psicologia Transpessoal - SI
É um ramo da psicologia moderna que busca a compreensão dos múltiplos estados da consciência e propõe a superação dos conflitos do indivíduo por meio de uma "cosmovisão integradora".
Surgiu como uma evolução da psicologia humanista dos anos 60 e subverteu conceitos e práticas terapêuticas que marcaram a primeira metade do século XX.
Em vez do determinismo das ações humanas e da ênfase na consciência normal em estado de vigília, implícitos nos princípios da psicanálise de Sigmund Freud e na abordagem fisiológica do behaviorismo, a psicologia transpessoal realça os aspectos do chamado inconsciente coletivo e desafia o limite da ciência. Foi Carl Jung, ex-discípulo de Freud, quem primeiro descreveu esse nível da mente e os fenômenos que lhe são associados.
Tempos depois, baseados em pesquisas experimentais que incluíram sessões psicodélicas com LSD (para estudo dos estados alterados de consciência), um grupo de psicólogos americanos e europeus, liderado por Abraham Maslow e Stanislaf Grof, ampliou os conceitos junguianos e estruturou um novo tipo de psicoterapia.
Os métodos da psicologia transpessoal abrangem experiências de expansão temporal e espacial da consciência - inclusive regressões a "vidas" passadas - como forma de conduzir o indivíduo a estados psíquicos superiores, que o ajudem a superar os condicionamentos do ego e a viver plenamente.
Vidas Passadas - Regressão
Durante milênios a filosofia e a metafísica tentam responder as perguntas da esfinge:
De onde vim?
Por que estou aqui?
Para onde vou?
Sem chegar a conclusão alguma, pois se baseiam em hipóteses, que variam de mente a mente ou, de maneira mais complexa ainda, como seja, emitindo "premissas". Partindo do postulado de que "premissa" é algo que se toma, ou melhor, que se pode admitir como verdade mais que, enquanto "premissa" não pode ser submetida à experimentação, não interessa ao campo da ciência; a ciência estuda realidades, iniciando com fenômeno ou algo de existência real para, depois, então, submeter o fato à análise, principalmente através da experimentação.
Quando falamos de regressão a vidas passadas falamos em Palingênese, Regressão a egos anteriores e Retrocognição. Tudo isto são abordagens filosóficas da teoria da reencarnação.
Para falarmos de vidas passadas, temos que primeiro pressupor a existência do espírito. Segundo o espiritualismo, a personalidade humana é o resultado da sintese das encarnações passadas, mais a encarnação presente.
Pontilhando como estrela de primeira grandeza nos céus da filosofia antiga, encontramos Platão, procurando provar, além da existência da alma, seu retorno em corpos sucessivos para, como afirmava, novamente se plenificar de sabedoria infinita, que trazia em potencialidade quando, por razões obscuras, foi banido do mundo das idéias, onde o homem era pleniconsciente.
Saindo do oceano imenso da filosofia antiga, vemos Descartes, através da negação de tudo que a filosofia afirmava, chegar a conclusão do "EGO SUM QUE SUM", isto é, "EU SOU AQUELE QUE SOU" ou, de maneira mais atual, "EU SOU O PENSADOR". Este pensador seria a transcedência absoluta do ser, ou seja, o espírito humano, aquilo que transcede os próprios pensamentos pois, para Descartes, a caracteristica da alma humana, ou sua transcedência máxima, era caracterizada pelo fato do ser humano poder manejar seus pensamentos.
Segundo a filosofia materialista da época, o ser humano nada mais era do que um conglomerado de pensamentos mais ou menos arbitrários, mais ou menos organizados e dependentes do meio. Descartes veio, entretanto, destruir esse conceito através da introspecção, como seja, "EU NÃO SOU SOMENTE MINHAS EMOÇÕES, PORQUE MINHAS EMOÇÕES DEPENDEM OU PODEM SER MUDADAS PELOS MEUS PENSAMENTOS". Com o magistral resultado de seu raciocínio filosófico, chegou a uma verdade considerada irrefutável, isto é, que "EU NÃO SOU APENAS UM CONGLOMERADO DE PENSAMENTOS, MAS, ALGO QUE TRANSCEDE OS PRÓPRIOS PENSAMENTOS", ou seja, algo de ser humano, que diz:
"Eu quero mudar de pensamento" ou "Eu quero pensar nisto ou naquilo".
A esta transcedência ou área do ser humano que maneja os pensamentos, ele chamou "O PENSADOR", ou melhor, o espírito que tudo transcende.
Somente há poucas décadas, graças ao avanço principalmente da física e da psicologia, a alma ou consciência humana vem sendo submetida ao crivo da ciência e mesmo à experimentação laboratoriais.
Dentro do enfoque da física, sabendo-se que a matéria densa é resultante de adensamentos energéticos de dimensões que vieram, ao se afastrem da fonte inicial, perdendo variáveis e criando "densidade", podemos concluir que tudo que é denso tem harmônicos até o "infinito".
Também com a física na mão, podemos dizer que o plano mais denso onde estamos, que é o plano tridimensional, está sujeito ao tempo, que tudo destroi. Para nós, tudo o que está "acima" do plano denso, cujo limite, atualmente admitido é a velocidade da luz, passa para planos de mais de três variáveis, como seja, a quarta, a quinta e a sexta dimensões. Assim sendo, considerando a estrutura densa do ser humano, ou seja, o corpo físico, denso, tem que ser harmônicos (a mesma expansão) até o infinito. Podemos, assim, considerar a alma humana como o conjunto de harmônicos que permeiam o corpo físico, denso, portanto, perecível.
De conformidade com a psicologia, o ser humano tem dois inconsciente: o inconsciente atual e o inconsciente arcaico. O "Inconsciente Atual" é o resultado de tudo o que introjetamos desde o momento do nascimento, e o "Inconsciente Arcaico" é que trás a memória racial, ou seja, os conteúdos de memória dos períodos anteriores por que passou a espécie.
Filosoficamente falando;
Inconsciente Atual - Áreas superiores corticais, neocorticais ou isocorticais
Inconsciente Arcaico - Áreas subcorticais ou paleocorticais
Esta concepção encontra apoio na Reflexologia e no Behaviorismo.
A teoria Palingenética procura focalizar os inconscientes anteriores, os clichês astrais ou a memória de vidas passadas, nas células antigas do paleocórtex. Podemos dizer que o neocórtex é a área que vai aos poucos sendo programada em contato com o meio e o paleocórtex é a área que não se programa através do meio, pois já vem programada. Nessa área, estão os instintos ou, segundo a moderna etiologia, os "mecanismos deflagadores de comportamentos", os tipos psicológicos do ser, as quais serão desenvolvidas ou norteadas de conformidade com os meios onde estiverem imersas, na caminhada da vida. A Palingênese procura situar nessa área do "material" ou no contexto herdado, o conjunto das personalidades ou dos egos passados.
Devido a causas que a ciência ainda não pode explicar, entre quatro ou cinco pessoas, uma pode regredir com bastante clareza, à qual damos o nome de portadora de sensibilidade profunda. A grosso modo, 25% das pessoas possui uma sensibilidade que podemos chamar de profunda, pessoas estas que podem com facilidade regredir a passado remoto; 50% que chamamos de sensibilidade média, poderá regredir com certa dificuldade e com clareza pouco satisfatória; os 25% restantes poderemos considerar irregressíveis. As regressões de memórias feitas em pessoas de sensibilidade profunda, podemos regredi-los, dividindo a referida regressão, nas seguintes fases:
1º) Até o nascimento, que é o terreno da psicologia pois, dentro de uma abordagem hipno-analítica (psicanálise) podemos detectar traumas ou situações recalcadoras, até mesmo durante o parto.
2º) Até três meses antes do nascimento, onde muitas vezes vamos encontrar memórias de acontecimentos externos vividos ou presenciados pela mãe, o que existe com relativa frequência na literatura da Psicologia Analítica.
3º) Até a concepção, o que já consideramos terreno da Parapsicologia.
4º) A uma época anterior à sua concepção, onde descrevem uma vida em plano psíquico ou em um plano espacial e , nesta descrição, o que mais espanta o pesquisador, principalmente se o mesmo é psicólogo ou psiquiatra, é o fato de não podermos entender onde ele foi condicionar reflexos para descrição rica e minuciosa em detalhes, que todos falam desse plano psíquico.
5º) Como ponto culminante do processo regressivo, vemos que, durante o período em que vamos levando a memória cada vez mais para trás, num determinado período, em geral entre 70 e 150 anos anteriores ao nascimento, o percipiente toma atitudes estranhas, assumindo uma personalidade diferente e, às vezes, sexo também diferente. A partir daí, passa a descrever uma vida nessa época longínqua, com todas as características de estar descrevendo uma realidade aonde, na grande maioria das vezes, não notamos processos alucinatórios, nem tão pouco interveniência de fantasias do inconsciente. É comum até em grande parte dos casos, o percipiente falar a língua da época, com sotaque da época.
É digno também de estudos, a descrição de semelhança que ocorre no fenômeno morte, assim como o desligamento do espírito, para depois seguir os intricados páramos do que chamaremos plano psíquico, até se apresentar renascendo na vida presente.
Nessas revivescências ou representações vivenciais, o percipiente, independente de sua filosofia ou credo religioso, descreve com os mínimos detalhes e com a máxima coerência possível, todos os momentos de sua vida, assim como o processo psicológico de maturação da infância, adolescência e idade adulta, com todos os coloridos dessas fases, na época. Até o timbre vocal acompanha a idade cronológica da pessoa. Neste processo, nota-se um apagamento total dos analisadores atuais, passando a funcionar as características mentais da cultura da época, num ego, como se realmente estivesse revivendo uma outra existência.
A cultura e grau de conhecimento do percipiente, durante o transe, geralmente, não coincide com o que ele tem no presente, pois que se apresenta com uma cultura bem maior.
Podemos citar alguns exemplos:
1 Um delegado de polícia do Rio de Janeiro, dentro do processo regressivo, apresentou-se como irmã de caridade, diretora de um dos maiores colégios da Bahia, tendo falecido em 1875. Ardendo de curiosidade, partiu para Salvador onde, nos arquivos do referido estabelecimento de ensino, constatou que a citada irmã de caridade tinha sido diretora, aquela época, havendo resquício de sua sepultura.
2 Outro paciente, cujo nome real é Doralício, rapaz culto, trinta e seis anos de idade, ao regredir, tomou personalidade de escravo recém-nascido em angola que, na representação psicológica, exatamente idêntica a um escravo da época, descreveu com minúcia toda sua vida naquela região. Anos após, foi comprovada a existência de quase tudo o que descreveu, por um casal de médicos, que lá passou uns seis meses. Até um rio e uma cidade que, poucos anos mais tarde, mudaram de nome.
3 Uma aluna da Faculdade Gama Filho apresentou-se, morando numa determinada rua de Santa Teresa, tendo morrido em 1937 e dando o nome completo de seus pais; indo com um grupo de colegas à referida casa, reconheceu todos os cômodos, notando apenas a diferença da cor de dois compartimentos nos quais, após ter sido raspada um pouco a parede, apareceu a antiga cor. A constatação mais interessante deste caso foi a certidão de óbito por ela obtida, em cartório, do homem que ela dera como pai e que morrera cinco anos depois da morte da percipiente.
4 Um rapaz de quatorze anos apresentou-se como um sacerdote chinês há mil anos passados, descrevendo todos os processos de iniciação da época e dando uma mensagem em chinês que , depois, no centro chinês, foi constatado ser um chinês antigo, sendo traduzidas, apenas, vinte e poucas palavras.
No processo regressivo, parece que atingimos um desses egos anteriores ou clichês astrais, fazendo com que o mesmo entre em funcionamento, com o apagamento do ego atual. Sempre acontecerá, quando houver condições apropriadas indispensáveis, ou seja, um percipiente adequado, que se encontra um, entre quatro pessoas.
Por
às [11:41 PM]
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[Quinta-feira, Março 13, 2008]
MUDANÇAS NO TEMPLATE SHOP!!!NOVO VISUAL E EM BREVE NOVOS LAYOUTS!CONFIRA!
Por
às [12:42 AM]
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[Quarta-feira, Março 12, 2008]
PARA QUE SERVEM OS GATOS?
Gatos e bruxas são amigos perfeitos...
Podem ter vários usos.Eles podem adivinhar ;um gato pode apontarcom a pata para uma carta do tarô ou ervas para feitiços por exemplo.Eles podem "concentrar" energia negativa;são especialmente bons quanto a isso e não saem prejudicados. Durante rituais muitas vezes tentarão entrar no círculo mágico para absorver o poder.

Por
às [12:20 AM]